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segunda-feira, 26 de julho de 2010
PROMOÇÕES - AÉREAS
Teste SAR do radar ‘Raven’ do Gripen NG
Juizado não abre no Santos Dumont no 1° fim de semana de funcionamento
São juizados recriados para tentar resolver, por meio de conciliações rápidas, os problemas entre passageiros e companhias aéreas.
No primeiro fim de semana dos juizados especiais nos aeroportos, os passageiros tiveram mais dúvidas do que reclamações, mas houve também uma estreia decepcionante. No Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o juizado simplesmente não abriu.
Nos outros quatro aeroportos, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, Galeão, no Rio, e Juscelino Kubistchek, em Brasília, os juizados funcionaram normalmente. São juizados recriados para tentar resolver, por meio de conciliações rápidas, os problemas entre passageiros e companhias aéreas. No primeiro fim de semana, a grande maioria dos passageiros, que buscou o novo serviço, queria informações, orientações.
A promessa é que, a partir desta segunda-feira (26), o Juizado Especial no Aeroporto Santos Dumont funcione plenamente, inclusive nos fins de semana, como deveria. A assessoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro informou que no sábado (24) e no domingo (25) esse juizado especial não abriu por falta de funcionário.
Nesse primeiro balanço, a maior procura nos juizados foi por informação. Já nas audiências, as principais reclamações foram sobre extravio de bagagem, cancelamento de voos e falta de assistência das empresas aéreas.
Neste primeiro fim de semana de juizados especiais para os passageiros, o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, recebeu 11 reclamações. Congonhas, em São Paulo, recebeu oito. Guarulhos, também em São Paulo, teve 36 reclamações. E o Aeroporto Juscelino Kubistcheck, em Brasília, teve 23.
Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a maioria dos casos terminou sem acordo. Nesse caso, o passageiro, então, terá que entrar com entrada em um processo judicial.
Juizado não abre no Santos Dumont no 1° fim de semana de funcionamentoSão juizados recriados para tentar resolver, por meio de conciliações rápidas, os problemas entre passageiros e companhias aéreas.imprimirNo primeiro fim de semana dos juizados especiais nos aeroportos, os passageiros tiveram mais dúvidas do que reclamações, mas houve também uma estreia decepcionante. No Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o juizado simplesmente não abriu.Nos outros quatro aeroportos, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, Galeão, no Rio, e Juscelino Kubistchek, em Brasília, os juizados funcionaram normalmente. São juizados recriados para tentar resolver, por meio de conciliações rápidas, os problemas entre passageiros e companhias aéreas. No primeiro fim de semana, a grande maioria dos passageiros, que buscou o novo serviço, queria informações, orientações.A promessa é que, a partir desta segunda-feira (26), o Juizado Especial no Aeroporto Santos Dumont funcione plenamente, inclusive nos fins de semana, como deveria. A assessoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro informou que no sábado (24) e no domingo (25) esse juizado especial não abriu por falta de funcionário.Nesse primeiro balanço, a maior procura nos juizados foi por informação. Já nas audiências, as principais reclamações foram sobre extravio de bagagem, cancelamento de voos e falta de assistência das empresas aéreas.Neste primeiro fim de semana de juizados especiais para os passageiros, o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, recebeu 11 reclamações. Congonhas, em São Paulo, recebeu oito. Guarulhos, também em São Paulo, teve 36 reclamações. E o Aeroporto Juscelino Kubistcheck, em Brasília, teve 23.Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a maioria dos casos terminou sem acordo. Nesse caso, o passageiro, então, terá que entrar com entrada em um processo judicial.
Juizado não abre no Santos Dumont no 1° fim de semana de funcionamentoSão juizados recriados para tentar resolver, por meio de conciliações rápidas, os problemas entre passageiros e companhias aéreas.imprimirNo primeiro fim de semana dos juizados especiais nos aeroportos, os passageiros tiveram mais dúvidas do que reclamações, mas houve também uma estreia decepcionante. No Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o juizado simplesmente não abriu.Nos outros quatro aeroportos, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, Galeão, no Rio, e Juscelino Kubistchek, em Brasília, os juizados funcionaram normalmente. São juizados recriados para tentar resolver, por meio de conciliações rápidas, os problemas entre passageiros e companhias aéreas. No primeiro fim de semana, a grande maioria dos passageiros, que buscou o novo serviço, queria informações, orientações.A promessa é que, a partir desta segunda-feira (26), o Juizado Especial no Aeroporto Santos Dumont funcione plenamente, inclusive nos fins de semana, como deveria. A assessoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro informou que no sábado (24) e no domingo (25) esse juizado especial não abriu por falta de funcionário.Nesse primeiro balanço, a maior procura nos juizados foi por informação. Já nas audiências, as principais reclamações foram sobre extravio de bagagem, cancelamento de voos e falta de assistência das empresas aéreas.Neste primeiro fim de semana de juizados especiais para os passageiros, o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, recebeu 11 reclamações. Congonhas, em São Paulo, recebeu oito. Guarulhos, também em São Paulo, teve 36 reclamações. E o Aeroporto Juscelino Kubistcheck, em Brasília, teve 23.Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a maioria dos casos terminou sem acordo. Nesse caso, o passageiro, então, terá que entrar com entrada em um processo judicial.
domingo, 25 de julho de 2010
Acidente no Aeroclube SBJV
Aeronave envolvida: Matrícula PUFAI ; modelo Pelican 500Br
Proprietário: Aeroclube de Joinville
Piloto: MOURA ; Código ANAC: 3793
Histórico: A Aeronave PUFAI solicitou autorização para acionamento no pátio do Aeroclube, à Torre de Joinville ,poucos minutos depois deslocou-se repentinamente do Aeroclube percorrendo 80m pela área gramada em direção à pista de pouso, parando à aproximadamente 50 metros da cabeceira 15.Conforme informação do Piloto, ao acionar, a manete estava posicionada com potência a pleno, sendo que a aeronave iniciou deslocamento abrupto e desgovernado. O Piloto tentou usar o freio, não sendo possível parar a aeronave.
Salientamos que não houve vítimas, apenas danos materiais à Aeronave, nas partes: trem de pouso, asa direita e hélice, conforme fotos anexas.
PROMOÇÕES - AÉREAS
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| Preços baixos demonstram o acirramento da concorrência no setor aéreo Brasília, 22 de julho de 2010 – Em abril, a tarifa média paga pelos passageiros por um voo realizado no Brasil foi de R$ 256,13. É o menor valor registrado neste ano e também o mais baixo para um mês de abril desde 2002, quando começou a ser realizado o levantamento de preços. Para permitir comparações, os valores nominais são atualizados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os dados se referem às tarifas informadas pelas companhias aéreas à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e constam do relatório Yield Tarifa, disponível na página da Agência na Internet (http://www.anac.gov.br/estatistica/yieldtarifa/). |
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| Clique aqui para entrar em contato com a Assessoria de Imprensa da ANAC. |
Juizado Especial no Santos Dumont
Juizado Especial no Santos Dumont começa a funcionar, mas primeiro caso não pôde ser resolvido
Rio de Janeiro - O posto do Juizado Especial no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, começou a funcionar a partir das 14 horas de hoje (23), atraindo a curiosidade de muitos passageiros que embarcavam ou desembarcavam no terminal. Mas o primeiro caso que chegou ao balcão de atendimento, não pôde ser resolvido no local.
A publicitária Eline Dias Maia, que teve a bagagem extraviada quando voltava de Miami (EUA) no início de junho, foi atendida pelo próprio presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Luiz Zveiter, pouco depois da inauguração do posto, mas acabou sendo encaminhada para o fórum mais próximo de sua residência.
Zveiter explicou que os juizados especiais se destinam a resolver apenas os conflitos entre os passageiros e as companhias aéreas em embarque e desembarque ocorridos num prazo máximo de 24 horas.
Apresar deste contratempo, o presidente do tribunal destacou a importância do Juizado Especial para resolver os conflitos nos balcões das empresas. “O objetivo é solucionar de maneira rápida os problemas entre os passageiros e as companhias aéreas, atendendo, assim, as necessidades dos usuários”, disse.
Ele enfatizou ainda que os juizados servirão também como experiência para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. “Temos o apoio da Infraero e gostaríamos da colaboração das companhias aéreas e da ANAC a fim de evitar contratempos e melhorar o desenvolvimento da atividade”, afirmou.
Zveiter adiantou que na próxima quarta-feira (28) vai se reunir com os representantes das empresas aéreas e com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para assinatura de um termo de ajuste de conduta. O Juizado Especial no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim também entrou em funcionamento hoje.
Juizado Especial de Brasília
Juizado Especial de Brasília registra quatro queixas na primeira hora de funcionamento
Brasília – Minutos após ser inaugurado, o Juizado Especial do aeroporto internacional de Brasília já começou a fazer reconciliações entre passageiros e companhias aéreas. Em apenas uma hora, quatro queixas foram registradas. A unidade judicial foi instalada para julgar problemas recorrentes dos serviços de transporte aéreo, como extravio de bagagens, overbooking e atrasos e cancelamento de voos.
A primeira reclamação foi feita pelo funcionário público Wilde Lima, que teve problemas com a emissão de um bilhete. “Procurei o juizado para me auxiliar. A companhia aérea está resolvendo desde abril e até agora nada”. O funcionário teve oportunidade de se reconciliar com um representante da empresa e espera ser reembolsado em breve.
Um atraso de quatro horas em um voo de Belo Horizonte para Brasília fez com que o eletricista Marco Antônio Borges registrasse queixa no Juizado Especial. Ele, que mora nos Estados Unidos, perdeu uma entrevista na embaixada americana para obtenção de visto para a filha. Na unidade judicial, também foram registradas reclamações deoverbooking e extravio de bagagem.
De acordo com o corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, o objetivo dos juizados é conciliar passageiros e companhias e, principalmente, orientar não só os passageiros, como a todos órgãos governamentais e empresas aéreas sobre seus direitos e deveres.
Cada unidade judicial contará com equipe de funcionários e conciliadores que, sob a coordenação de um juiz, tentará solucionar os conflitos por meio de acordo entre passageiros, companhias aéreas e órgãos governamentais. “Será um atendimento amplo. Vamos suprir a deficiência de outros órgãos que não atuam 24 horas nos aeroportos”, afirmou Dipp.
Segundo o corregedor, a presença do Judiciário faz com que as empresas aéreas atendam melhor e os passageiros sejam mais comedidos na hora de reclamar. Ele também criticou a atuação de órgãos como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). “Se tudo estivesse funcionando às mil maravilhas, evidentemente, a presença do Judiciário não seria necessária”.
As unidades judiciais foram instaladas temporariamente nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo e Juscelino Kubitschek, em Brasília. Caso o impasse não seja resolvido por meio de acordo, o cidadão pode apresentar pedido simplificado, oral ou escrito, e dar início a um processo judicial que tramitará no Juizado Especial mais próximo de sua casa.
De acordo com Dipp, nada impede a instalação de juizados especiais em outros estados. “Vai depender delas [justiças estaduais], do acordo feito com a Infraero para cessão de espaços pertinentes. O Conselho Nacional de Justiça sempre vai dar apoio a essas parcerias”, garantiu.
NOAR Aviação e Piaggio Aero
A NOAR Aviação (empresa do grupo da NOAR Linhas Aéreas) fechou um contrato de representação exclusiva para trazer para o Brasil o Piaggio P-180 Avanti II, o turboélice mais veloz do mundo. Fonte: Rodrigo Teixeira - Fórum Contato Radar Photo By: Stefano Capuzzo |
A regulamentação das operações com VANT
Há alguns dias, eu havia dito, no artigo sobre os projetos conjuntos entre as forças armadas, que não havia uma regulamentação no Brasil sobre o emprego dos VANT. Essa informação não é a correta. Foi publicada no ano passado uma Circular de Informação Aeronáutica (AIC, sigla em inglês) sobre o assunto.
A AIC é bastante sucinta e cita que, como ainda não há uma legislação específica, cada solicitação de emprego será analisada individualmente. Mesmo assim, a AIC já impõe algumas condicionantes:
- As solicitações para os voos de VANT, no espaço aéreo brasileiro, deverão ser encaminhadas aos órgãos regionais (CINDACTA I, CINDACTA II, CINDACTA III, CINDACTA IV e SRPV-SP), responsáveis pelo espaço aéreo onde irão ocorrer os voos, com uma antecedência mínima de 30 dias.
- O voo somente poderá ocorrer em área restrita (espaço aéreo segregado), definida por NOTAM e em condições visuais. Cabe ressaltar o impedimento para a autorização de voos de VANT em espaço aéreo compartilhado com aeronaves tripuladas.
- Garantia de, pelo menos, o mesmo padrão de segurança exigido para as aeronaves tripuladas.
- Proibição do voo sobre cidades, povoados, lugares habitados ou sobre grupo de pessoas ao ar livre
- No caso de utilização de VANT por organizações militares e órgãos públicos de segurança, como Polícias e Receita Federal, as restrições descritas poderão ser reavaliadas.
Leia a íntegra do documento: AIC N 29/09 Veículos Aéreos Não-Tripulados
PROMOÇÕES - AÉREAS
O Aeroporto Francisco Álvares de Assis em Juiz de Fora-MG
Fonte: TRIBUNA DE MINAS, 25/07/2010
Flávia Lopes
Repórter
O Aeroporto Francisco Álvares de Assis (em Juiz de Fora-MG), mais conhecido como Serrinha, fechou o primeiro semestre deste ano com total de passageiros embarcados 90% maior que o mesmo período de 2009. De janeiro a junho, 13.960 pessoas passaram pelo Serrinha, conforme dados da Sinart, empresa que administra o espaço (ver quadro). Em parte, os números são reflexos da maior oferta de voos que passaram de 536 no primeiro semestre de 2009 para 724 nos seis primeiros meses deste ano, um crescimento de 35%. No período avaliado, duas empresas (Trip e Pantanal) já operavam no espaço.
Apesar do crescimento, a cidade ainda sofre com a falta de oferta de voos (são cinco operações diárias) e, principalmente, com a incerteza dos passageiros, que não sabem se conseguirão chegar ao município na hora ou se terão condições de sair dele, em função dos constantes cancelamentos. Este ano, ainda conforme números da Sinart, 10,9% dos voos na cidade foram cancelados. Entre os motivos estão falta de teto, manutenção de aeronaves ou cancelamento em feriados devido à baixa demanda. No país, o índice médio, conforme a Infraero, é de 4,81%. Segundo o gerente do Aeroporto da Serrinha, Wilie Bahia, parte dos cancelamentos ocorreu em abril, devido à revitalização de aeronaves do Pantanal, logo após a aquisição da empresa pela TAM.
Para especialistas, no entanto, esta situação tem sido considerada um gargalo para o desenvolvimento mais efetivo do turismo de negócios na cidade. Segundo o presidente do Juiz de Fora e Região Convention & Visitors Bureau (JFRC&VB), Marco Antônio Menezes, Juiz de Fora tem perdido eventos por não ter um aeroporto com melhor infraestrutura. “No momento em que fazemos a captação, as pessoas questionam a carência de voos e também a inconstância de nosso aeroporto. Preferem não arriscar, pois muitos trazem palestrantes importantes, que são âncoras desses eventos.” Um exemplo recente que o presidente do Convention destaca foi o cancelamento do encontro do trade turístico local com o Ministro do Turismo, Luiz Eduardo Pereira Barretto Filho, que participaria de uma aula inaugural em Santo Dumont. “Houve toda uma mobilização do setor e ele acabou seguindo para São Paulo, pois não houve teto no Serrinha.”
Ele aponta a possibilidade de Juiz de Fora perder a oportunidade de ser uma das subsedes da Copa de 2014 devido à estrutura do aeroporto da cidade. “Esse é um fator impeditivo para que tenhamos uma delegação em nossa cidade, já que iremos receber toda uma equipe e precisamos de um aeroporto que receba aviões de grande porte.”
Entre os passageiros, o clima é de apreensão até o momento do pouso ou da decolagem. O presidente do Sindicato do Comércio (Sindicomércio), Emerson Beloti, diz já ter perdido três voos para Belo Horizonte este ano por conta da falta de teto. “Além de negócios, a cidade também perde a confiança e a identidade de ser uma cidade desenvolvida. As pessoas passam a pensar duas vezes antes de vir para cá e também de implantar seus negócios”, destaca. A fisioterapeuta Juliana Paiva Macedo também costuma ficar em alerta antes de chegar ou sair do Serrinha. “Uma vez tive que descer no Rio, pois não tinha teto em Juiz de Fora. E esse procedimento com criança é sempre mais complicado.”
Sistema de GPS reduzirá cancelamentos
Uma das alternativas que deverá reduzir em até 50% os cancelamentos devido à falta de teto na cidade é a instalação, no Serrinha, da navegação Area Navigation (RNAV), com funcionamento via GPS. Segundo o gerente do aeroporto, Wilie Bahia, implantação deverá ocorrer até abril do próximo ano.
De acordo com Bahia, equipes do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA) já mapearam o espaço para a liberação da cabeceira em direção ao Bairro Santo Dumont, com o novo tipo de navegação. “Em cada dez voos que hoje são cancelados, cinco teriam como chegar a 600 pés, que é a condição de teto.” O RNAV é uma exigência da Aeronáutica, que determinou prazo, até 2012, para que todos os aeroportos do país passem a contar com este sistema de navegação.
Melhorias
Ainda conforme Wilie Bahia, as obras no Aeroporto da Serrinha deverão ser concluídas até o próximo mês. As melhorias compreendem construção de sala de desembarque, com dois banheiros, esteira para malas e rampas de acesso para portadores de deficiência, além de mais dois sanitários na sala de embarque e fraldário nas unidades do hall de entrada. O projeto inclui, ainda, uma nova praça de alimentação, com mesas e cadeiras, e a colocação de cobertura próxima à pista para proteger as bagagens.
Empresas sondam novas rotas
As limitações e a vulnerabilidade do Aeroporto da Serrinha são reconhecidas pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Juiz de Fora, André Zuchi. No entanto, ele aponta que o sítio aeroportuário necessitaria de investimentos muito grandes para a ampliação do espaço e criação de condições para o recebimento aeronaves de grande porte.
“Seria necessário desapropriar grande parte do Bairro Santo Dumont, um custo extremamente alto. Mas, neste período, surgiu o Aeroporto Regional, que deverá entrar em operações em breve. Não vale a pena fazer grandes investimentos no Serrinha com essa perspectiva em médio prazo”, informou, sem apontar valores. Segundo Zuchi, a expectativa é que o Serrinha chegue a receber cinco mil passageiros/mês. “O barateamento das passagens vai fazer aumentar a demanda. Aguardamos novas rotas.”
O diretor da Multiterminais, empresa que administra o Regional, Ricardo Vega, aponta o transporte de passageiros como uma possibilidade para o espaço, apesar de ressaltar que o foco é o transporte de cargas. “Uma vez operando em condições excelentes de segurança, pode sim ser uma opção para os aviões de passageiros não só de Juiz de Fora, mas também de outros aeroportos próximos.”
“Com a revitalização da estrada, o Regional será uma alternativa mais rápida devido à sua distância de 40 km de Juiz de Fora. A eficiência será maior.”
Interesse
Uma das empresas que já teria manifestado interesse em operar em Juiz de Fora é a Laguna Linhas Aéreas, que já recebeu autorização da Anac e espera operar com 48 aeronaves, oferecendo cerca de 100 destinos em 14 estados, entre eles, Juiz de Fora. Segundo a assessoria da empresa, a companhia está aguardando as homologações da Anac para definir quais as possíveis rotas. Outra possibilidade para o Serrinha é a criação de voos para Cabo Frio, nos meses de férias, a partir de dezembro deste ano. Mas segundo o representante do Pantanal na cidade, Moacir Miranda, ainda não há definição sobre o novo destino.
A Trip também teria manifestado interesse em incluir uma nova rota para Belo Horizonte, na parte da manhã, segundo informações da gerência do Serrinha. A empresa, contudo, ainda não confirmou a informação.
Já a mudança de rota do Pantanal de Congonhas (distante 8 km do Centro de SP) para Guarulhos (distante 25 km do Centro de SP), a partir de 23 de agosto, acarretou em redução de preço nas passagens o valor mínimo passou de R$ 159 para R$ 139.
Aeroporto de Confins amplia estacionamento de veículos
A Infraero inaugurou na última segunda-feira (19/7) a ampliação do estacionamento de veículos do Aeroporto Internacional de Confins/Tancredo Neves. O novo espaço - chamado de "Estacionamento E", conta com 1.538 vagas, que ampliou para 2.938 o número de vagas do complexo de estacionamentos de Confins.
A obra, que teve investimento de R$ 8,6 milhões, faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal e é um dos vários investimentos que visam a maximizar a capacidade operacional do aeroporto e proporcionar maior conforto e agilidade aos usuários.
Atualmente está em processo de licitação a aquisição e instalação de coberturas do tipo sombreiro, confeccionadas em polietileno, com o valor estimado em R$ 1,8 milhão.
“O novo estacionamento mais que dobrou a nossa capacidade e passageiros e usuários estão gostando.” comentou o superintendente do Aeroporto Tancredo Neves, Silvério Gonçalves. Além disso, para o estacionamento, também está prevista a licitação de serviços de transporte, ligando o novo estacionamento ao Terminal de Passageiros. Os traslado será realizado em veículos elétricos, similares aos que operam atualmente no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão.
Assessoria de Imprensa – Infraero
Passageiros aprovam Módulo Operacional do Aeroporto Internacional de Florianópolis
Um ano após a entrada em operação do Módulo Operacional do Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC), os passageiros do aeroporto foram entrevistados para emitir opinião sobre a solução adotada pela Infraero para ampliar as salas de embarque e desembarque do aeroporto. A engenheira civil Sandra Regina Ferreira Gonçalves, residente em Campo Grande (MS), veio a Florianópolis para a formatura do filho. Sandra, visitando o aeroporto pela primeira vez desde a inauguração do Módulo, elogiou as instalações. “As ampliações ficaram perfeitas. O aeroporto ganhou em qualidade e quantidade, os módulos são práticos, com isolamento acústico e climatização adequada, tudo muito amplo”, ressaltou.
O advogado Everton de Almeida Falácio, de Criciúma (SC), passa em média uma vez por ano pelo Aeroporto de Florianópolis e conheceu as instalações do Módulo Operacional em setembro de 2009. Ele considera o local amplo e aconchegante. “Pude observar que, antes da ampliação, muitos passageiros deixavam para embarcar perto da hora do voo, devido à falta de espaço. Hoje eu chego até algumas horas antes do embarque, porque sei que vou encontrar um ambiente tranquilo”, explicou Everton.
Já Alexandre Garcia Lopes, gerente de vendas de uma multinacional de produtos farmacêuticos, viaja semanalmente. Quando se deparou pela primeira vez com o Módulo de Florianópolis, Alexandre, acostumado com obras em alvenaria, se surpreendeu. Achou a ampliação das salas de embarque e desembarque do aeroporto práticas – simples mas confortáveis. “Achei boa a iniciativa da Infraero. Como passageiro, não estou preocupado com o material utilizado nas instalações do aeroporto, mas com o conforto que elas proporcionam, e, dentro do Módulo Operacional de Florianópolis, tenho à disposição cafeteria e livraria, o que é muito importante para quem, como eu, viaja muito”.
A superintendente do Aeroporto de Florianópolis, Maria Edwirges Madeira, comemora a repercussão positiva do Módulo entre os usuários. “A satisfação das pessoas diante do conforto proporcionado pelo Módulo Operacional é muito positiva e merece ser celebrada tanto como cumprimento da missão da Infraero quanto como um experimento de sucesso”, notou Edwirges.
Módulos Operacionais
Os Módulos Operacionais são soluções de engenharia modernas, implantadas rapidamente, com baixa geração de resíduos (é uma obra limpa) e que proporcionam um excelente resultado final. Estas estruturas modulares podem ser utilizadas para ampliar áreas de check-in, embarque, desembarque ou até mesmo um Terminal de Passageiros inteiro. Os Módulos Operacionais possuem toda a infraestrutura necessária ao conforto e comodidade dos passageiros, como ar condicionado, sanitários, Sistema Informativo de Voos, sistema de som e, em alguns casos, até estabelecimentos comerciais, como cafeterias, livrarias, etc. – como é o caso do Módulo Operacional de Florianópolis.
Os Módulos Operacionais têm sido utilizados em várias partes do mundo. Em 2004, por exemplo, o Aeroporto de Lisboa utilizou os módulos durante a Eurocopa. Já em 2006, o Aeroporto de Doha, no Catar, adotou a solução durante os Jogos Asiáticos de 2006. Já na Rede Infraero, o Aeroporto Internacional de Florianópolis foi o pioneiro na instalação dos Módulos Operacionais. A instalação do Módulo foi feita durante a temporada de veraneio 2008/2009, sem transtornos aos passageiros. A ampliação das salas de embarque e desembarque foi inaugurada em abril de 2009 e ampliou o espaço disponível em mil m². Atualmente a Infraero está instalando Módulos Operacionais em Brasília, Goiânia e Vitória e pretende implantar esta solução de engenharia em outros aeroportos da rede.
Assessoria de Imprensa – Infraero
Aeroporto Internacional de Brasília inaugura juizados especiais
O Conselho Nacional de Justiça e a Infraero realizaram nesta sexta-feira (23/7) a solenidade de inauguração dos juizados especiais para solucionar problemas relacionados ao transporte aéreo em cinco aeroportos do país. A cerimônia ocorreu no Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek, com a presença do corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, do presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), desembargador Otávio Augusto Barbosa, e do presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, além de magistrados, diretores da empresa e representantes de companhias aéreas, órgãos públicos e privados que compõem a comunidade aeroportuária.
Ao declarar inaugurado o tribunal especial de Brasília, o desembargador Otávio Augusto lembrou que nesta mesma tarde também estavam sendo inauguradas as unidades dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, e do Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, afirmou que a instalação dos juizados é resultado de um convênio firmado há quatro meses com o CNJ, com vistas às demandas decorrentes do movimento nos aeroportos com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Naquela ocasião, Infraero e CNJ já buscavam entendimentos para antecipar a instalação das unidades. “Pedi ao ministro Gilson Dipp que verificasse a possibilidade de ativarmos os juizados especiais antes mesmo de chegarmos próximos a esses eventos e felizmente ele assim decidiu. Hoje a Infraero tem a Justiça presente no aeroporto de Brasília e nos principais aeroportos da nossa rede”, disse Murilo, que espera que os juizados especiais beneficiem principalmente os passageiros.
O corregedor nacional de justiça, ministro Gilson Dipp, elogiou a parceria com a Infraero e a integração da Justiça Federal com as Justiças do Distrito Federal e dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro na implantação, em tempo recorde, dos juizados cíveis nos aeroportos dessas capitais. Para o ministro, “isso mostra que o Judiciário não está alheio às demandas da sociedade, pois nessas demandas dos cidadãos está implicitamente a pacificação social”.
O presidente do TJDFT, desembargador Otávio Barbosa, destacou o esforço e as parcerias fundamentais da Infraero e do Centro Universitário de Brasília (Uniceub) para o êxito da instalação do juizado no aeroporto de Brasília. Barbosa lembrou que a Infraero disponibilizou um espaço em excelente localização - junto aos balcões de check-in e de venda de passagens das companhias aéreas – no tempo recorde de 24 horas.
Visita ao Módulo Operacional
Na mesma oportunidade o presidente Murilo Marques Barboza levou o ministro Gilson Dipp em visita ao Módulo Operacional, que está sendo instalado no aeroporto para ampliar o nível de conforto dos passageiros no aeroporto de Brasília, oferecendo todas as facilidades e conforto para os passageiros, tais como banheiros, lanchonete, revistaria e ar condicionado.
Assessoria de Imprensa – Infraero
Aeroporto de Imperatriz recebe melhorias
A Infraero concluiu no último dia 19/7 a instalação de um novo portão de embarque no Aeroporto de Imperatriz/Prefeito Renato Moreira (MA), que aumentará a agilidade do fluxo de passageiros. Além disso , a área de embarque também foi contemplada com a instalação de monitores de LCD.
Outra melhoria recebida pelo aeroporto foi a recuperação de uma área destinada a estacionamento de veículos, que foi completamente restaurada. A área também recebeu nova sinalização e teve seus postes de iluminação remanejados para facilitar o tráfego no estacionamento. “Com medidas simples, mas efetivas como esta, conseguimos aumentar o conforto dos usuários”, pontuou o superintendente de Imperatriz, Enos Domingues Lima.
O aeroporto também passará por outros trabalhos para a comodidade de seus usuários. Está em fase de conclusão a construção de uma área destinada ao recolhimento de lixo gerado pela comunidade aeroportuária, concessionários e orgânicos. Além disso, estão previstos trabalhos como a troca das portas do saguão do Terminal de Passageiros, a criação de um auditório, uma passarela para o estacionamento e um novo terminal bancário para o saguão.
Módulo Operacional de Imperatriz
Outra melhoria planejada para o Aeroporto de Imperatriz é a implantação de um Módulo Operacional. O Módulo de Imperatriz terá 1.200m² e será um investimento de R$ 2,6 milhões, previsto para entrar em operação em maio de 2011. Com ele, o aeroporto receberá um aumento em sua capacidade operacional de 500 mil passageiros por ano. O edital para a licitação da instalação do Módulo está previsto para ser publicado ao final de setembro.
Enos Domingues ressaltou a importância do Módulo para o aeroporto. “O Módulo atenderá a uma demanda cada vez maior de passageiros no aeroporto. O Módulo permitirá que o aeroporto tenha mais espaço para suas operações, com novas salas e lojas, aumentando o conforto de todos os usuários”, concluiu o superintendente.
Assessoria de Imprensa – Infraero
Ala inaugurada do aeroporto de Ribeirão Preto (SP) ainda não funciona
Ala inaugurada ontem no aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), ainda passa por reparos e não tem toda a infraestrutura funcionando. O ar condicionado e a esteira das malas na sala de desembarque não estão prontos. A entrega das bagagens ainda está improvisada e quem espera por passageiros ou trabalha no local passa calor. Fernanda Miranda de Oliveira, 21 anos, disse que ainda não conseguiu sentir as mudanças causadas pelas obras. “A esteira que precisamos ainda não tem, a única coisa que vemos é que está maior, mas a situação ainda é complicada”, disse. O analista de sistemas Rafael Luis Melzi Rossi, 25, disse que percebeu melhoras, principalmente no espaço e na localização dos balcões, que está mais espaçoso, mas reclamou da temperatura do ambiente. “Está muito calor aqui dentro.” Sérgio Camargo, superintendente do Departamento Aeroviário do Estado de são Paulo (Daesp), não informou quando o sistema de ar-condicionado central entrará em funcionamento, mas disse que o sistema estará disponível para testes nos próximos dias. Ele informou também que primeiro o sistema fará a refrigeração apenas de uma parte do terminal. Sobre as esteiras, Camargo disse que elas já foram compradas e que a previsão de entrega é para o final do mês de agosto e o início de funcionamento na primeira quinzena de setembro. O final da reforma do aeroporto está programada para agosto. Fonte: A Cidade Photo By: J.F.Pimenta/A Cidade |
747-800F, o segundo de produção, fez seu primeiro voo
O avião, pintado nas novas cores da Cargolux foi o segundo a ser fabricado, e ao decolar de Everett voou rumo leste para uma escala em Moses Lake, antes de retornar à Paine Field ao anoitecer. Fonte: www.avisimair.blogspot.com Photo By: FlightBlogger |
ECT - Correios
Filardi quer aviador na direção da ECT
Um coronel-aviador da reserva da FAB, Arthur Rodrigues da Silva, é o candidato do ministro Arthur Filardi (Comunicações) para a Diretoria de Operações dos ECT, a mais importante dos Correios. É ligado a empresas aéreas, presta consultoria e tem vínculos à ABSA, empresa aérea de carga.
http://www.claudiohumberto.com.br/principal/