quinta-feira, 10 de junho de 2010

SBSP - 24 HORAS PARA ASAS ROTATIVAS

publicado em 28/05/2010 às 16h45:

Kassab quer Congonhas aberto
24 horas para helicópteros

Prefeitura, Anac e Infraero discutem dar autorização para quatro heliportos da cidade

Camilla Rigi, do R7

Ricardo Lisboa/26.11.2009/AEFoto por Ricardo Lisboa/26.11.2009/AE
São Paulo tem 272 locais para pousos e decolagens de helicópteros

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) afirmou nesta sexta-feira (28) que está estudando junto com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e com a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) alterar o horário de funcionamento de quatro heliportos que existem na cidade, incluindo Congonhas, para que eles possam ficar abertos 24 horas.

- Heliportos são equipamentos que têm infraestrutura melhor para atender os helicópteros e que poderiam ficar 24 horas por dia abertos. Nós temos quatro em São Paulo: Campo de Marte, Congonhas, Helicidade e do Butantã.

Segundo Kassab, com uma fiscalização mais rigorosa em relação aos locais para pouso e decolagens dessas aeronaves, os chamados helipontos, a Prefeitura sentiu falta de locais que funcionassem 24 horas por dia.

- É mais que razoável em uma cidade de 11 milhões de habitantes. Os hospitais às vezes precisam. As pessoas às vezes chegam a São Paulo para fazer negócio, vêm de helicóptero, e durante a noite estavam impedidas de chegar à cidade. Com isso, nós vamos solucionar um problema que foi identificado.

O decreto autorizando o funcionamento 24 horas desses pontos deve ser publicado em breve, segundo o prefeito. Ele disse que a mudança não deve causar transtornos porque os heliportos “são localizados em pontos distantes de residências”. Ao contrário do que disse Kassab, o aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital, é cercado por casas e prédios.

Atualmente, Congonhas funciona das 6h às 23h, justamente porque houve muita reivindicação dos moradores da região para que o barulho fosse menor durante à noite.

Fiscalização

Nesta semana, a prefeitura pediu à Anac para interditar 16 helipontos privados que não tinham autorização do município para funcionar. No total, a cidade tem 272 locais para pousos e decolagens de helicópteros, mas nem todos têm aprovação do município. Kassab afirmou que a fiscalização vai continuar rigorosa e novos helipontos podem ser interditados.

A diretora-presidente da Anac, Solange Vieira, afirmou que na próxima semana o órgão deve emitir um Notan, que é o documento oficial que comunica os pilotos de que determinados pontos não podem mais ser usados para pousos e decolagens.

Legislação

Em outubro do ano passado, um projeto de lei sobre o assunto foi sancionado pelo prefeito. O documento proibiu o funcionamento de helipontos durante a madrugada, determinou distância mínima de 300 metros de escolas, ruído máximo de 95 decibéis e altura mínima de 25 metros, entre outras regras que não existiam para as 200 operações de pousos e decolagens realizadas por dia, em média, na cidade.

O novo decreto deve ser uma retificação dessa lei, segundo Kassab.

MINISTÉRIO DA DEFESA X IPEA

Ipea ouviu empresas aéreas, mas não órgãos oficiais

Brasília, 02/06/2010- O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, alertou nesta quarta-feira que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) não procurou os órgãos do setor para discutir as informações, erradas, que o instituto usou em um estudo sobre transporte aéreo, divulgado nesta semana.“ O trabalho todo desenvolvido pelo IPEA foi realizado sem ouvir absolutamente os setores. Só ouviram um elemento do setor: o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas”.

Ele apontou pontos defendidos pelo estudo que coincidem com a visão das empresas aéreas.Um deles, é a tese de que as autorizações de pouso e decolagens (slots) deveriam ser considerados patrimônio das Companhias.

Jobim discordou dessa pretensão das grandes empresas, já negada pela Justiça. “Um slot permanece com a empresa enquanto ela estiver cumprindo os pré-requisitos necessários à prestação do serviço. Se ela sai do serviço perde o slot...Porque, senão, congonhas vai ficar na mão de duas empresas”, argumentou.

Na questão da Aviação Regional, Jobim também rebateu a tese do Ipea, que defende diferenciação legal entre empresa regional e empresa nacional. Essa separação, segundo o ministro, mais uma vez coincide com o interesse das empresas.

Em vez disso, o Ministério da Defesa estuda uma política de estímulo de Rotas de baixa e média densidade, que sejam estratégicas para o desenvolvimento regional, mas não tenham inicialmente viabilidade econômica.

Essas rotas poderiam ser exploradas por qualquer empresa que viesse a ser selecionada. “É questão de perspectiva. A nós, interessa o usuário; ao Ipea, interessa a empresa”, criticou Jobim.

Tributação- O ministro estranhou o desconhecimento dos autores do estudo sobre diversas desonerações tributárias sobre a aviação feita nos últimos anos. Em uma das críticas, o texto do Ipea reclama da cobrança do ICMS. Jobim disse que desde 1997, quando era ministro do Supremo Tribunal Federal, a corte suspendeu a incidência do ICMS sobre leasing, sobre arrendamento mercantil de aeronaves, peças e componentes de aeronaves. “Ou seja, este trabalho do IPEA neste texto está atrasado há mais de 12 anos”, comentou.


Ele observou que diversos outros dados também são desatualizados, especialmente os dos investimentos.
“O trabalho do IPEA abrange de 2000 a 2007. 2008, 2009 e 2010 não existiram. Isso é um problema, não existir. Justifica-se talvez porque um dos que ofereceram o trabalho foi um antigo diretor da Anac, que se afastou em 2007, e portanto ele tem a memória até 2007. 2008 e 2009 não tinha memória.”

As principais mudanças no setor ocorreram justamente a partir de 2007. Nesse período, em meio a greve crise do setor, foram substituídos os diretores da Anac, da Infraero, e foi criada a Secretaria de Aviação Civil (SAC), na Defesa, para coordenar o setor. Também nesse período foi criado o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que já permitiu a conclusão de nove obras aeroportuárias e o andamento de outras 13.

As fragilidades técnicas do estudo do Ipea, segundo Jobim, não condizem com a imagem do Instituto, criado pelo então ministro João Paulo dos Reis Veloso, e que “sempre teve história extraordinária e capacidade analítica na produção de trabalho”.

Jobim explicou que o ministério da Defesa não descarta estudos e críticas de terceiros, tanto que encomendou ao BNDES, em 2008, um avaliação independente sobre todo o setor.

O trabalho, feito pela consultoria McKinsey ao longo de todo o ano passado, com debates e troca constante de informações com todos os órgãos do setor,está prestes a ser divulgado. Segundo Jobim, é ”estudo sério da estrutura da aviação civil no Brasil, para verificar o que os consultores externos possam afirmar e nós possamos avaliar. Mas avaliar coisa séria e dialogada”, concluiu.


Texto: José Ramos
Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070

https://www.defesa.gov.br/mostra_materia.php?ID_MATERIA=34173

SBVT - Novas áreas de embarque e desembarque.



Novas áreas de embarque e desembarque do Aeroporto ficam prontas em agosto

2 de junho de 2010


Os módulos operacionais provisórios (MOPs), que serão construídos para ampliar as áreas de embarque e desembarque no Aeroporto de Vitória, estarão prontos ao final do mês de agosto. A garantia foi dada ao senador Renato Casagrande pelo presidente da Infraero, Murilo Barboza, na tarde desta terça-feira (01), durante uma audiência entre o parlamentar e a direção da estatal.
Segundo Murilo Barboza, duas empresas já foram escolhidas, através de licitação, e em poucos dias os contatos estarão firmados. Elas serão responsáveis por fazer os pisos, a parte hidráulica e montagem de painéis, entre outras instalações. Entretanto, na próxima semana ainda haverá a licitação – via pregão eletrônico – para contratar a empresa responsável pela execução das instalações de eletricidade e telefonia.
O presidente da Infraero afirmou também que os projetos executivos da torre de controle e do edifício do Corpo de Bombeiros já foram entregues. Tais projetos permitirão os cálculos orçamentários, bases dos editais de licitação visando a conclusão daquelas obras.
Em relação à nova pista de pousos e decolagens, que será feita pelo Exército, seu início depende da conclusão dos estudos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e da definição quanto às argüições do Ministério Público sobre o Plano Diretor Aeroportuário, que estabelece os parâmetros para o projeto de toda a nova configuração do Aeroporto de Vitória.
Finalmente, a direção da Infraero destacou que os projetos do terminal de passageiros estão em fase avançada e serão desenvolvidos prevendo duas condições operacionais: as demandas até 2014 e as demandas até 2020.
O senador Renato Casagrande, que solicitou a audiência com o presidente da Infraero, acredita que as informações repassadas a ele são importantes e sinalizam que a ampliação do Aeroporto de Vitória deverá mesmo sair do papel, após tantos impasses. No entanto, ele enfatizou que não deixará de cobrar o cumprimento do cronograma da obra, que já sofreu vários atrasos.
“Fomos à Infraero cobrar o cumprimento do calendário das obras de ampliação do Aeroporto de Vitória e faremos isso permanentemente para assegurar que a população capixaba deixe de sofrer com as péssimas condições do terminal aéreo”, ressaltou.

INFRAERO: NAVEGAÇÃO AÉREA, RISCO OU SEGURANÇA?


Não é de hoje que o SINA vem alertando a esta e a outras gestões da alta cúpula da empresa para a falta de política que defina o papel e a importância de termos os companheiros aeroportuários/as da nossa Navegação Aérea fazendo parte efetiva da Infraero e, consequentemente, da infraestrutura aeroportuária brasileira.

O presidente do SINA, Francisco Lemos, chamou a atenção do ministro da Defesa, Nelson Jobim, para que o mesmo escute os trabalhadores/as e coloque como prioridade a importância do nosso quadro de funcionários em relação ao que temos a sugerir ou criticar em relação às políticas adotadas pelas instituições que normatizam e dão diretrizes à nossa atividade.

A exemplo disso Lemos citou ao ministro pela segunda vez (a primeira foi em reunião no Ministério de Defesa) o aumento do tráfego aéreo em Vitória (ES) e as condições heróicas que nossos aeroportuários/as controlam a segurança dos voos daquela localidade.

Em outro episódio mais recente, o mesmo foi dito na abertura das negociações da nossa Data Base aos diretores da Infraero presentes, além de cobrar maior clareza em um PCCS mais digno que proporcione definir a carreira civil dentro desse setor.

Coisa que a Infraero, como administradora da infraestrutura, está muito acanhada, para não dizer perdida, nessa responsabilidade.
O SINA vai continuar colaborando e cobrando uma postura da Infraero nesta relação heterogênea e sem cabimento, onde consideramos todos profissionais da administração e operacionalidade dessa infraestrutura.

Outro ponto bastante polêmico está na gestão de pessoal quando se trata dos trabalhadores da Navegação Aérea. Diante das demandas dos nossos companheiros/as a área muitas vezes nega os encaminhamentos alegando falta de pessoal ou risco na segurança operacional.

Para facilitar e amenizar4 esse desgaste, o SINA cobrou um documento público da Navegação Aérea/Infraero que explique com fontes de consulta a razão das reivindicações colocarem em risco a segurança operacional.


De acordo com Will Furtado - superintendente de Navegação Aérea na sede da empresa - o documento estará à disposição até o final do mês.
Para finalizar vale refletir em alquimia: ou a gente vira água ou a gente vira óleo, do jeito que está não dá!


http://www.sina.org.br/turbulencia/



PASSAGEIROS: PREPAREM O BOLSO

Nova resolução da Anac pode elevar preços de passagens aéreas

Segundo as companhias, as medidas terão impacto sobre o custo operacional

Flavio Ilha | flavio.ilha@zerohora.com.br

A nova regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que dá mais direitos aos passageiros quando houver atrasos, cancelamentos ou suspensões de voos pode provocar aumento nas tarifas. Segundo as companhias, as medidas terão impacto sobre o custo operacional.

A Resolução 141 entra em vigor no próximo domingo, dia 13. Entre outras novidades, reduz pela metade – de quatro para duas horas – o tempo para fornecimento de alimentação em voos com atraso. Também obriga o ressarcimento dos valores pagos em caso de desistência e estabelece regras para o direito de informação, reacomodação de passageiros, cancelamentos e preterição (quando sobram passageiros para a capacidade da aeronave).

Confira no infográfico abaixo o que mudou com a resolução da Anac



Esse último item, conhecido como overbooking, vem gerando críticas. A advogada do Instituto de Defesa do Consumidor, Maíra Alves Feltrin, reclama que vai ocorrer uma regulamentação de uma prática que é ilegal.

– A resolução cria o gerenciamento de um dano que não é aceitável.

Sobre os novos direitos dos passageiros, o diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snae), Ronaldo Jenkins, afirma que o repasse para tarifas é uma tendência.

Jenkins diz que as empresas vão cumprir as exigências “com ressalvas” e que houve negociação para tornar alguns pontos mais flexíveis. Um deles é o ressarcimento dos passageiros que desistirem de viagens com atraso ou canceladas. O reembolso respeitando o prazo e o meio de pagamento do cliente não poderia ser cumprido no caso de compras à vista se o problema ocorrer em finais de semana ou em voos com grande volume de desistências.

ZEROHORA.COM

> Em gráfico, veja como eram os direitos do passageiro e o que mudou com a resolução da Anac. Emwww.zerohora.com/zhdinheiro

INFRAERO E O MEIO AMBIENTE

Dia Mundial do Meio Ambiente: Infraero tem mais de 70% dos aeroportos com licença ambiental

Política ambiental da empresa foca três pilares: licenciar obras, fazer controle de avifauna e reduzir os impactos ambientais gerados pelas atividades aeroportuárias.

A Infraero possui 76% de seus 67 aeroportos com Licença de Operação, ou seja, 51 aeroportos. Os outros estão em processo de licenciamento. É o resultado do compromisso e do empenho da empresa em atender às normas ambientais. Neste sábado (5/6) em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Infraero faz um balanço de suas estratégias e metas constantes na Política Ambiental da empresa. Segundo superintendente de Meio Ambiente, Mauro Cauville, são onze grandes programas desenvolvidos e três focos atuais: licenciar obras, fazer controle de avifauna e reduzir os impactos ambientais gerados pelas atividades aeroportuárias. “Temos o desafio de licenciar os grandes empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sem nos descuidar das outras premissas”, afirmou.

Compõem os onze programas da Política Ambiental da empresa: Licenciamento, Resíduos, Recursos Hídricos, Solos e Flora, Riscos, Ruído, Fauna, Emissões, Energia, Sustentabilidade e Treinamento e Capacitação. Projetos como conservação e reuso de água, e desenvolvimento de novas tecnologias estão em andamento em oito aeroportos, em parcerias com instituições de ensino e Agência Nacional de Águas (ANA). Outras parcerias, como com a Embrapa (sobre solos e flora) e UnB (gestão da fauna – com falcoaria nos aeroportos de Porto Alegre e Pampulha e programa de manejo de fauna em Bacaheri e Curitiba) revelam o leque de busca de soluções para minimizar os impactos causados pela atividade aeroportuária. Em relação ao ruídos provocados pelas aeronaves e equipamentos de pátio, a Infraero também está em estágio de ativação de um Sistema de Monitoramento de Ruídos, composto por unidades fixas de monitoramento, instaladas em pontos estratégicos nas áreas circunvizinhas aos Aeroportos Internacionais de Brasília e Guarulhos.

São ações que se estendem por todos os aeroportos da Rede Infraero, divididos em nove Superintendências Regionais. Confira as principais atividades e programas previstos ou desenvolvidos nas regionais:

Nordeste:
As ações alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente abrangeram desde o replantio de árvores nativas a palestras de conscientização. Em Campina Grande (PB), mais de 200 mudas de ipês e fícus, árvores nativas da região, foram plantadas na alameda de acesso ao Terminal de Passageiros do Aeroporto Presidente João Suassuna. No Aeroporto Internacional de Natal/Augusto Severo (RN), funcionários da comunidade aeroportuária participaram de uma palestra de conscientização sobre preservação ambiental e de uma caminhada ecológica pelas trilhas no entorno da lagoa do sítio da Base Aérea de Natal, que conserva espécies da fauna e flora da Mata Atlântica.

Em Fortaleza, as equipes que integram a Comissão Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho promoveram oficinas de reciprocidade, aproveitando materiais como garrafa pet, caixa de leite e jornais para transformar em novos objetos de utilidade, sem precisar agredir o meio ambiente, além de promover uma visita técnica a Seara da Ciência - projeto da Universidade Federal do Ceará para entendimento das Ciências Aplicadas.

Noroeste:
Nos aeroportos de Manaus e Tabatinga (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR), além de palestras de conscientização, a Infraero concluiu o processo de instalação de autoclaves, resultado de acordo firmado entre a empresa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). Os autoclaves destinam-se ao tratamento de resíduos que apresentem risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos.

Sobre o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, os aeroportos vinculados à Superintendência Regional do Noroeste já obtiveram vários resultados positivos. Em Manaus, houve a disponibilização de coletores adequados (fechados e identificados) e destinação dos resíduos para cooperativa de catadores, beneficiada pelo Projeto Social "Aprendizes da Amazônia". Em Boa Vista, Rio Branco e Porto Velho, os resíduos também são destinados às cooperativas de catadores. Desde 2007, já foram entregues 163 toneladas, volume este que deixou de ir para os aterros sanitários e tiveram uma finalidade social, gerando emprego e renda às famílias carentes beneficiadas pelas cooperativas.


Norte:
Em outros aeroportos da região - Altamira, Santarém, Marabá, Carajás e Imperatriz - a Infraero, em parceria com órgãos públicos federais, municipais, estaduais e entidades públicas, implantou a Comissão de Prevenção ao Perigo Aviário, que tem como foco identificar competências e ações necessárias para mitigar o risco de incidentes aeronáuticos em decorrência da presença de animais nos aeroportos e nas áreas do seu entorno. Sobre o assunto, o Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans/Júlio Cezar Ribeiro publicou a cartilha "Tem Urubu na Pista" com o objetivo de mostrar à população do entorno os problemas inerentes ao Perigo Aviário.

Centro Leste:
Na Bahia, a empresa tem participado de oficinas públicas preparatórias para discutir os itens a serem contemplados no Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para a ampliação do sistema de pistas do Aeroporto Internacional de Salvador. Além da empresa, participam representantes do Instituto do Meio Ambiente (IMA), de organizações não governamentais ligadas ao Meio Ambiente e de comunidades localizadas na região do aeroporto.
Em Ilhéus, o novo aeroporto da cidade foi objeto de audiências públicas, também com o IMA, para elaborar o Termo de Referência do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental EIA/RIMA, uma das exigências para o início das obras.
No Aeroporto de Maceió, a Infraero já desenvolve a ação de coleta seletiva, que separa os materiais recicláveis e doa para a Cooperativa de Recicladores de Maceió (Cooprel). Nos outros aeroportos da Regional Centro-Leste, Salvador, Aracaju, Ilhéus e Paulo Afonso, o projeto de coleta seletiva está em fase de implantação.

Centro Oeste:
Os aeroportos de Corumbá (MS), Goiânia (GO), Palmas (TO), Cuiabá (MT), que integram a Superintendência Regional do Centro-Oeste da Infraero, estão desenvolvendo ações para obtenção do Licenciamento Operacional (LO), exigido pelos órgãos do meio-ambiente.
Em Palmas (TO) existem projetos de implantação de infraestrutura para se reutilizar água na irrigação. Já o aeroporto de Corumbá (MS) aguarda licenciamento para instalar uma autoclave para descontaminação de lixo. O aeroporto de Brasília é outro que também está prestes a obter o licenciamento de operação da sua central de resíduos, onde também haverá uma autoclave para a transformação de lixos como fraldas descartáveis, materiais infectantes, resíduos de voos, entre outros. Esse material, após o tratamento, passa a ser considerado lixo comum, reduzindo os impactos ambientais com a geração de resíduos.
Já no aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia (GO), a obra de ampliação do estacionamento está ligada a medidas de redução de impacto, como o replantio de árvores e melhor aproveitamento dos projetos de paisagismo e urbanização.

Por sua importância e localização estratégica, o Aeroporto Internacional de Brasília - Presidente Juscelino Kubitschek ostenta o maior número de projetos e obras que têm interface com o meio-ambiente. Firmou convênio com a Universidade de Brasília (UnB) para desenvolver um programa de manejo, censo e busca de novas tecnologias para o controle do perigo de avifauna – aves e animais que podem oferecer perigo às aeronaves.
Quanto ao tratamento de água, o Aeroporto de Brasília está realizando a construção da Central de Água Potável, que fornecerá água para os caminhões-pipa que abastecem as aeronaves que chegam e partem do Juscelino Kubitschek.
Em relação as obras para atendimento de passageiros e aeronaves, a Infraero já recebeu a licença ambiental para a implantação do Módulo Operacional, que irá aumentar em 1,2 mil m², bem como a da construção do 2º viaduto de acesso à segunda pista e da nova torre de controle.
Dentre as obras que já foram entregues, destacam-se as correções dos fluxos hídricos oriundos da drenagem da 2ª pista para que não haja comprometimento do córrego do Cedro e Ribeirão do Gama.

Rio de Janeiro:
No Galeão, palestras sobre as ações implantadas no aeroporto sobre conservação do solo e recuperação de áreas degradadas, além de visitas de empregados do aeroporto e de universitários do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal Fluminense ao sítio aeroportuário abriram a semana de comemorações. Ainda no Galeão, os video walls dos Terminais 1 e 2 passam a exibir, a partir deste sábado, as imagens de ações ambientais desenvolvidas pela Infraero. A gestão de recursos hídricos, os novos equipamentos para garantir o tratamento de resíduos sólidos do aeroporto e as inovações tecnológicas em prol do meio ambiente serão abordados no vídeo.

No Aeroporto Santos Dumont, para o público interno, foram preparadas mensagens eletrônicas diárias, com foco no licenciamento ambiental, controle de avifauna e educação ambiental. Além disso, quem transita pelos aeroportos Santos Dumont, Jacarepaguá, Campos e Macaé recebe folders com dicas de utilização consciente da água, procedimentos para tratamento das lâmpadas fluorescentes, Dengue, Influenza A(H1N1) e principais sementes usadas no biodiesel.

São Paulo:
No Aeroporto de São José dos Campos a Infraero realiza, em parceria com o Instituto Ecológico e de Proteção aos Animais, projeto para análise e proteção da fauna do local, que compreende principalmente aves da espécie seriema. E em Guarulhos, o destaque vai para três projetos: conservação e reuso de água em sistemas aeroportuários e Avaliação e implementação de tecnologias em uso eficiente da água – uma parceria com a Universidade de São Paulo / USP e Instituto Tecnológico da Aeronáutica / ITA. Além disso o aeroporto iniciou este ano o Plano de Manejo de Fauna.

Sul:
No Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho, a Infraero desenvolve um projeto piloto em Falcoaria, que permitiu a redução da presença de aves e o número de colisão no sítio aeroportuário.

O Aeroporto de Bacacheri está em fase de implantação do Plano de Manejo de Avifauna, que visa evitar e reduzir colisões entre aeronaves e pássaros. Existe no aeroporto o Projeto Acqua, no qual o Instituto Chico Mendes faz o monitoramento de todos os afluentes do Rio Iguaçu. O Projeto Acqua já foi premiado nacionalmente pelo resultado das ações implantadas.

Sudeste:
Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Aeroporto Internacional de Confins/Tancredo Neves (MG) promoverá uma série de atividades, que tem como objetivo alertar a comunidade aeroportuária e os passageiros sobre a necessidade da preservação da fauna e flora. Entre as atividades previstas, cerca de 200 mudas de espécies nativas da região serão distribuídas no próximo dia 9/6 aos passageiros e usuários pelos alunos do Projeto Social da Infraero “Minas de Sonhos”. Juntamente com as mudas, serão distribuídos folders com curiosidades e explicações sobre o manejo e plantio das árvores.

Em Uberlândia, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o aeroporto promove a distribuição de folhetos educativos sobre sustentabilidade ambiental. Em Uberaba, a Superintendência do aeroporto vai oferecer palestras, no próximo dia 7/6, sobre os temas “Meio ambiente e sustentabilidade na prática” e “Resíduo ou lixo? Um desafio para a educação ambiental”. As palestras em ambos os aeroportos terão a entrada franca.

Sede:
A Sede da empresa também passou a contar com o Projeto de Coleta Seletiva. Iniciado em 2008, o programa é implementado também nos aeroportos, por meio de contratos com Cooperativas de Catadores de Lixo, realizados por licitação pública, conforme estabelece o Decreto nº 5.940, de 25/10/06. Na terça-feira (8/6), será realizada palestra para o público interno com o pesquisador Gérad Moss, com o tema “Ris voadores”, que trata das mudanças climáticas e o meio ambiente.

Assessoria de Imprensa - Infraero

INFRAERO E O MEIO AMBIENTE

Dia Mundial do Meio Ambiente: Infraero tem mais de 70% dos aeroportos com licença ambiental

Política ambiental da empresa foca três pilares: licenciar obras, fazer controle de avifauna e reduzir os impactos ambientais gerados pelas atividades aeroportuárias.

A Infraero possui 76% de seus 67 aeroportos com Licença de Operação, ou seja, 51 aeroportos. Os outros estão em processo de licenciamento. É o resultado do compromisso e do empenho da empresa em atender às normas ambientais. Neste sábado (5/6) em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Infraero faz um balanço de suas estratégias e metas constantes na Política Ambiental da empresa. Segundo superintendente de Meio Ambiente, Mauro Cauville, são onze grandes programas desenvolvidos e três focos atuais: licenciar obras, fazer controle de avifauna e reduzir os impactos ambientais gerados pelas atividades aeroportuárias. “Temos o desafio de licenciar os grandes empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sem nos descuidar das outras premissas”, afirmou.

Compõem os onze programas da Política Ambiental da empresa: Licenciamento, Resíduos, Recursos Hídricos, Solos e Flora, Riscos, Ruído, Fauna, Emissões, Energia, Sustentabilidade e Treinamento e Capacitação. Projetos como conservação e reuso de água, e desenvolvimento de novas tecnologias estão em andamento em oito aeroportos, em parcerias com instituições de ensino e Agência Nacional de Águas (ANA). Outras parcerias, como com a Embrapa (sobre solos e flora) e UnB (gestão da fauna – com falcoaria nos aeroportos de Porto Alegre e Pampulha e programa de manejo de fauna em Bacaheri e Curitiba) revelam o leque de busca de soluções para minimizar os impactos causados pela atividade aeroportuária. Em relação ao ruídos provocados pelas aeronaves e equipamentos de pátio, a Infraero também está em estágio de ativação de um Sistema de Monitoramento de Ruídos, composto por unidades fixas de monitoramento, instaladas em pontos estratégicos nas áreas circunvizinhas aos Aeroportos Internacionais de Brasília e Guarulhos.

São ações que se estendem por todos os aeroportos da Rede Infraero, divididos em nove Superintendências Regionais. Confira as principais atividades e programas previstos ou desenvolvidos nas regionais:

Nordeste:
As ações alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente abrangeram desde o replantio de árvores nativas a palestras de conscientização. Em Campina Grande (PB), mais de 200 mudas de ipês e fícus, árvores nativas da região, foram plantadas na alameda de acesso ao Terminal de Passageiros do Aeroporto Presidente João Suassuna. No Aeroporto Internacional de Natal/Augusto Severo (RN), funcionários da comunidade aeroportuária participaram de uma palestra de conscientização sobre preservação ambiental e de uma caminhada ecológica pelas trilhas no entorno da lagoa do sítio da Base Aérea de Natal, que conserva espécies da fauna e flora da Mata Atlântica.

Em Fortaleza, as equipes que integram a Comissão Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho promoveram oficinas de reciprocidade, aproveitando materiais como garrafa pet, caixa de leite e jornais para transformar em novos objetos de utilidade, sem precisar agredir o meio ambiente, além de promover uma visita técnica a Seara da Ciência - projeto da Universidade Federal do Ceará para entendimento das Ciências Aplicadas.

Noroeste:
Nos aeroportos de Manaus e Tabatinga (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR), além de palestras de conscientização, a Infraero concluiu o processo de instalação de autoclaves, resultado de acordo firmado entre a empresa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). Os autoclaves destinam-se ao tratamento de resíduos que apresentem risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos.

Sobre o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, os aeroportos vinculados à Superintendência Regional do Noroeste já obtiveram vários resultados positivos. Em Manaus, houve a disponibilização de coletores adequados (fechados e identificados) e destinação dos resíduos para cooperativa de catadores, beneficiada pelo Projeto Social "Aprendizes da Amazônia". Em Boa Vista, Rio Branco e Porto Velho, os resíduos também são destinados às cooperativas de catadores. Desde 2007, já foram entregues 163 toneladas, volume este que deixou de ir para os aterros sanitários e tiveram uma finalidade social, gerando emprego e renda às famílias carentes beneficiadas pelas cooperativas.


Norte:
Em outros aeroportos da região - Altamira, Santarém, Marabá, Carajás e Imperatriz - a Infraero, em parceria com órgãos públicos federais, municipais, estaduais e entidades públicas, implantou a Comissão de Prevenção ao Perigo Aviário, que tem como foco identificar competências e ações necessárias para mitigar o risco de incidentes aeronáuticos em decorrência da presença de animais nos aeroportos e nas áreas do seu entorno. Sobre o assunto, o Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans/Júlio Cezar Ribeiro publicou a cartilha "Tem Urubu na Pista" com o objetivo de mostrar à população do entorno os problemas inerentes ao Perigo Aviário.

Centro Leste:
Na Bahia, a empresa tem participado de oficinas públicas preparatórias para discutir os itens a serem contemplados no Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para a ampliação do sistema de pistas do Aeroporto Internacional de Salvador. Além da empresa, participam representantes do Instituto do Meio Ambiente (IMA), de organizações não governamentais ligadas ao Meio Ambiente e de comunidades localizadas na região do aeroporto.
Em Ilhéus, o novo aeroporto da cidade foi objeto de audiências públicas, também com o IMA, para elaborar o Termo de Referência do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental EIA/RIMA, uma das exigências para o início das obras.
No Aeroporto de Maceió, a Infraero já desenvolve a ação de coleta seletiva, que separa os materiais recicláveis e doa para a Cooperativa de Recicladores de Maceió (Cooprel). Nos outros aeroportos da Regional Centro-Leste, Salvador, Aracaju, Ilhéus e Paulo Afonso, o projeto de coleta seletiva está em fase de implantação.

Centro Oeste:
Os aeroportos de Corumbá (MS), Goiânia (GO), Palmas (TO), Cuiabá (MT), que integram a Superintendência Regional do Centro-Oeste da Infraero, estão desenvolvendo ações para obtenção do Licenciamento Operacional (LO), exigido pelos órgãos do meio-ambiente.
Em Palmas (TO) existem projetos de implantação de infraestrutura para se reutilizar água na irrigação. Já o aeroporto de Corumbá (MS) aguarda licenciamento para instalar uma autoclave para descontaminação de lixo. O aeroporto de Brasília é outro que também está prestes a obter o licenciamento de operação da sua central de resíduos, onde também haverá uma autoclave para a transformação de lixos como fraldas descartáveis, materiais infectantes, resíduos de voos, entre outros. Esse material, após o tratamento, passa a ser considerado lixo comum, reduzindo os impactos ambientais com a geração de resíduos.
Já no aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia (GO), a obra de ampliação do estacionamento está ligada a medidas de redução de impacto, como o replantio de árvores e melhor aproveitamento dos projetos de paisagismo e urbanização.

Por sua importância e localização estratégica, o Aeroporto Internacional de Brasília - Presidente Juscelino Kubitschek ostenta o maior número de projetos e obras que têm interface com o meio-ambiente. Firmou convênio com a Universidade de Brasília (UnB) para desenvolver um programa de manejo, censo e busca de novas tecnologias para o controle do perigo de avifauna – aves e animais que podem oferecer perigo às aeronaves.
Quanto ao tratamento de água, o Aeroporto de Brasília está realizando a construção da Central de Água Potável, que fornecerá água para os caminhões-pipa que abastecem as aeronaves que chegam e partem do Juscelino Kubitschek.
Em relação as obras para atendimento de passageiros e aeronaves, a Infraero já recebeu a licença ambiental para a implantação do Módulo Operacional, que irá aumentar em 1,2 mil m², bem como a da construção do 2º viaduto de acesso à segunda pista e da nova torre de controle.
Dentre as obras que já foram entregues, destacam-se as correções dos fluxos hídricos oriundos da drenagem da 2ª pista para que não haja comprometimento do córrego do Cedro e Ribeirão do Gama.

Rio de Janeiro:
No Galeão, palestras sobre as ações implantadas no aeroporto sobre conservação do solo e recuperação de áreas degradadas, além de visitas de empregados do aeroporto e de universitários do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal Fluminense ao sítio aeroportuário abriram a semana de comemorações. Ainda no Galeão, os video walls dos Terminais 1 e 2 passam a exibir, a partir deste sábado, as imagens de ações ambientais desenvolvidas pela Infraero. A gestão de recursos hídricos, os novos equipamentos para garantir o tratamento de resíduos sólidos do aeroporto e as inovações tecnológicas em prol do meio ambiente serão abordados no vídeo.

No Aeroporto Santos Dumont, para o público interno, foram preparadas mensagens eletrônicas diárias, com foco no licenciamento ambiental, controle de avifauna e educação ambiental. Além disso, quem transita pelos aeroportos Santos Dumont, Jacarepaguá, Campos e Macaé recebe folders com dicas de utilização consciente da água, procedimentos para tratamento das lâmpadas fluorescentes, Dengue, Influenza A(H1N1) e principais sementes usadas no biodiesel.

São Paulo:
No Aeroporto de São José dos Campos a Infraero realiza, em parceria com o Instituto Ecológico e de Proteção aos Animais, projeto para análise e proteção da fauna do local, que compreende principalmente aves da espécie seriema. E em Guarulhos, o destaque vai para três projetos: conservação e reuso de água em sistemas aeroportuários e Avaliação e implementação de tecnologias em uso eficiente da água – uma parceria com a Universidade de São Paulo / USP e Instituto Tecnológico da Aeronáutica / ITA. Além disso o aeroporto iniciou este ano o Plano de Manejo de Fauna.

Sul:
No Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho, a Infraero desenvolve um projeto piloto em Falcoaria, que permitiu a redução da presença de aves e o número de colisão no sítio aeroportuário.

O Aeroporto de Bacacheri está em fase de implantação do Plano de Manejo de Avifauna, que visa evitar e reduzir colisões entre aeronaves e pássaros. Existe no aeroporto o Projeto Acqua, no qual o Instituto Chico Mendes faz o monitoramento de todos os afluentes do Rio Iguaçu. O Projeto Acqua já foi premiado nacionalmente pelo resultado das ações implantadas.

Sudeste:
Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Aeroporto Internacional de Confins/Tancredo Neves (MG) promoverá uma série de atividades, que tem como objetivo alertar a comunidade aeroportuária e os passageiros sobre a necessidade da preservação da fauna e flora. Entre as atividades previstas, cerca de 200 mudas de espécies nativas da região serão distribuídas no próximo dia 9/6 aos passageiros e usuários pelos alunos do Projeto Social da Infraero “Minas de Sonhos”. Juntamente com as mudas, serão distribuídos folders com curiosidades e explicações sobre o manejo e plantio das árvores.

Em Uberlândia, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o aeroporto promove a distribuição de folhetos educativos sobre sustentabilidade ambiental. Em Uberaba, a Superintendência do aeroporto vai oferecer palestras, no próximo dia 7/6, sobre os temas “Meio ambiente e sustentabilidade na prática” e “Resíduo ou lixo? Um desafio para a educação ambiental”. As palestras em ambos os aeroportos terão a entrada franca.

Sede:
A Sede da empresa também passou a contar com o Projeto de Coleta Seletiva. Iniciado em 2008, o programa é implementado também nos aeroportos, por meio de contratos com Cooperativas de Catadores de Lixo, realizados por licitação pública, conforme estabelece o Decreto nº 5.940, de 25/10/06. Na terça-feira (8/6), será realizada palestra para o público interno com o pesquisador Gérad Moss, com o tema “Ris voadores”, que trata das mudanças climáticas e o meio ambiente.

Assessoria de Imprensa - Infraero

CEMITÉRIO DE AVIÕES

ECONOMIA - 08/06/2010 - Fonte: IG

Reforma de aeroportos esbarra em 60 aviões-sucatas

Aeronaves de empresas falidas ou inoperantes estão paradas nos pátios há anos, ocupando um espaço nobre para a aviação comercial

Há 59 aeronaves de grande porte inoperantes em 14 aeroportos do Brasil, a maioria delas estacionada em cidades-sede da Copa de 2014, segundo levantamento da Infraero feito a pedido do iG. Metade desta frota pertence à falida Vasp, mas há também aviões de outras nove companhias aéreas que deixaram de voar, como Transbrasil, Fly e a antiga Varig.

A Infraero anunciou investimentos de R$ 4,5 bilhões nos aeroportos para receber a Copa de 2014. Uma das principais ações é a expansão dos terminais de passageiros e do pátio das aeronaves, que permitirá aumentar a capacidade de operação. Segundo a empresa, os espaços hoje ocupados por aeronaves inoperantes poderiam ser usados para a ampliação de pistas, pátios e criação de hangares, por exemplo.

“As obras nos aeroportos relacionados com as cidades-sede da Copa do Mundo foram projetadas levando em conta todo o potencial do sítio aeroportuário”, afirma a Infraero aoiG, em nota. Como o prazo para a liberação destes espaços e a remoção das aeronaves não dependem do órgão, pode ser que esses aviões ainda estejam nos aeroportos até 2014. Se isso ocorrer, a Infraero estuda realocar os equipamentos dentro do próprio aeroporto, para poder aproveitar as áreas que elas hoje ocupam. A instituição não informou o número de aeronaves em cada aeroporto.

Espaço nobre

A capacidade de um aeroporto é estabelecida pela extensão do pátio, da pista e pelo controle de tráfego aéreo, afirma o diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Ronaldo Jenkins. Assim, ele conclui que ocupar posições no solo com aviões que não operam reduz a capacidade do aeroporto. “É até um contrassenso gastar para ampliar o pátio do aeroporto se há posições disponíveis mal utilizadas.”

Essas aeronaves estão exatamente nos aeroportos mais movimentados, onde o espaço é mais disputado. No Antônio Carlos Jobim, o antigo Galeão, no Rio de Janeiro, há aviões da Vasp, da Fly, da antiga Varig e da Platinum Air, companhia que trouxe em 2007 três Boeings para o Brasil, mas não operou por falta de certificação.

Em Congonhas, em São Paulo, além de aeronaves da Vasp, há também um hangar desativado da companhia. A Infraero já obteve na Justiça o direito de retomar a área, mas não de retirar partes de aeronaves, móveis e outros bens que estão no local. Até que consiga essa autorização, a utilização do espaço é limitada.

A situação já incomoda as companhias aéreas. “Na área do hangar da Vasp, poderia existir outro terminal de passageiros”, afirma o diretor institucional da Azul, Adalberto Febeliano. Durante evento da companhia no mês passado, o fundador da Azul, David Neeleman, criticou a situação. “Precisamos de mais pátio. Tirando a sucata e abrindo espaço no pátio podemos operar mais rotas.”

Aeroporto Internacional da Grande Natal / São Gonçalo do Amarante



Publicada em 8/6/2010 10:32:00

Lula ratifica concessão de novo aeroporto do RN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina amanhã (quarta-feira) no Rio Grande do Norte um decreto presidencial que concede a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) poderes para fazer a concessão doaeroporto de São Gonçalo do Amarante à iniciativa privada. Essa concessão será feita independentemente do modelo que poderá ser adotado para outros aeroportos no País, no próximo governo, a partir do ano que vem.

Até o momento o aeroporto de São Gonçalo do Amarante recebeu R$ 150 milhões em investimentos. No total, o terminal está orçado em R$ 1 bilhão. O modelo de concessão para o aeroporto potiguar é único no Brasil. O decreto define o prazo de 35 anos para exploração e operação econômica do aeroportopelo grupo vencedor da licitação, renovável por mais 35 anos.



http://www.panrotas.com.br/canais/redacao/plantao/portal_reader_noticia.asp?cod_not=58548&rss=1

O Aeroporto Internacional da Grande Natal / São Gonçalo do Amarante, é um novo complexo aeroportuário sendo construído no município de São Gonçalo do Amarante, distante à 11 quilômetros do centro de Natal, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte. O complexo está atualmente em construção.

Visto como uma das alavancas para a economia potiguar nos próximos anos, a construção do Aeroporto de São Gonçalo se arrasta desde 1997.[2] Sua previsão de inauguração é até maio de 2014[3][4] a tempo do mundial da copa do mundo daquele referido ano.

Orçado em R$ 800 milhões só na primeira fase,[5] o complexo aeroportuário será o quarto hub brasileiro,[6] o primeiro aeroporto do país administrado pela iniciativa privada,[7] o maior aeroporto da América Latina, e o sétimo maior do mundo, com capacidade para — quando totalmente concluído — de aproximadamente 40 milhões de passageiros.[8]

Projetado para ser intermodal (transporte de passageiros e de cargas),[9] o futuro aeroporto terá capacidade para receber várias aeronaves A380 ao mesmo tempo - maior avião comercial de passageiros da história. E o número que mais impressiona: quando estiver totalmente instalado o Aeroporto de São Gonçalo terá capacidade para abrigar, em seu pátio, 156 aviões do porte do A380.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto_Internacional_da_Grande_Natal


SBSJ : SOLUÇÃO PARA DILMA

São José dos Campos: aeroporto é opção

Autor(es): Agencia o Globo/ Leila Suwwan
O Globo - 09/06/2010

Expansão e internacionalização seria alternativa a 3º terminal em SP, diz Dilma


SÃO JOSÉ DOS CAMPOS. A ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, afirmou ontem que o governo federal trabalha com o projeto de expansão e internacionalização do aeroporto de São José dos Campos como uma das alternativas à construção de um terceiro aeroporto em São Paulo - investimento considerado essencial e atrasado para acomodar o crescimento do fluxo de trânsito aéreo na região. Segundo ela, a ideia está casada ao projeto do trem-bala, que passará pelo município e garantirá facilidade de acesso aos passageiros da capital paulista até o Rio. A ideia é concluir o projeto até a Copa do Mundo de 2014.

- A gente tem de olhar a possibilidade do aeroporto internacional, porque eu acredito que vá se transformar em aeroporto internacional, aqui em São José dos Campos, para ser uma das alternativas necessárias de um novo aeroporto em São Paulo. A expansão do aeroporto aqui, quando você tiver um trem-bala, torna a alternativa de descer aqui e ir para São Paulo de trem-bala uma das alternativas importantes. Descer aqui e ir para o Rio de trem-bala é outra alternativa importante - disse Dilma.

Dilma reafirmou que está garantida a passagem do trem-bala pela cidade e acrescentou que a licitação do trecho de São José dos Campos-São Paulo deveria ser feita até o fim do próximo mês, tendo em vista a intenção de utilizar o aeroporto em 2014.


- A gente avaliou que o trecho, se o TCU aprovar, não sei se aprovou ou não, mas estava previsto para aprovar, a gente licitaria até o fim deste mês ou, no máximo, no outro. Para que esse trecho São Paulo-São José dos Campos ficasse pronto para a Copa, levando em consideração tanto o aeroporto quanto essa questão que estou levantando, do aeroporto internacional. Isso foi avaliado quando eu ainda estava, há dois meses atrás, na Casa Civil - disse Dilma, depois de visitar as instalações da Embraer.

https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/6/9/sao-jose-dos-campos-aeroporto-e-opcao

SBNF - EFETIVO DE COMBATE À INCÊNDIO

Thursday, June 10, 2010

Aeroporto de Navegantes reforça equipe do Corpo de Bombeiros







O Aeroporto Internacional de Navegantes/Ministro Victor Konder (SC) recebeu reforços para a segurança de aeronaves e passageiros. A Infraero, por meio de processo licitatório, contratou empresa especializada para disponibilizar bombeiros civis para reforçar a equipe do Corpo de Bombeiros do aeroporto. Os serviços, cujo contrato durará um ano, representam um investimento de R$ 1,7 milhão.

Já estão sendo capacitados 34 bombeiros, que passam por processo de treinamento elaborado pela própria Infraero. O treinamento, dividido em duas fases - que envolvem aulas teóricas e práticas e treinos intensivos para as operações de prevenção, salvamento e combate a incêndios - termina na próxima semana.

No próximo dia 12/6, os bombeiros capacitados deverão iniciar suas atividades no aeroporto. “Com as contratações, o aeroporto garantirá o nível de proteção existente e a boa continuidade nos serviços de salvamento e combate a incêndio", destacou o superintendente do Aeroporto de Navegantes, Marco Aurélio Zenni.

Fonte: INFRAERO

SBME - AEROPORTO SATURADO


Voos para plataformas enfrentam saturação do aeroporto de Macaé

Local recebe o maior volume de helicópteros da América Latina, a maioria com destino a plataformas de exploração de petróleo

Marina Gazzoni, enviada a Macaé | 10/06/2010 05:08

O cenário é o mesmo dos maiores aeroportos do Brasil: o terminal está lotado e os passageiros aguardam de pé ou até sentados no chão. Uma voz no alto-falante repassa informações sobre embarques e cancelamentos de voos. Mas na tela do aeroporto de Macaé, no litoral do Rio de Janeiro, as rotas não informam as cidades de destino, mas siglas, como P-12 e P-48, que indicam em qual plataforma de exploração de petróleo os passageiros vão desembarcar.

Todos os dias, a Petrobras encaminha para as empresas de helicóptero uma relação de nomes de funcionários ou trabalhadores de prestadoras de serviço que viajarão até as plataformas de petróleo. Os passageiros se informam sobre a empresa e o horário do voo no mural do próprio aeroporto. Antes de embarcar, seguem para uma sala na qual recebem as instruções de segurança. A lotação máxima é de 18 passageiros por voo. No helicóptero, todos vestem um colete laranja, usado para facilitar a identificação em caso de pouso na água. O trajeto varia conforme a distância entre 30 minutos até 1h30. Assim funciona o transporte da equipe que atua nas plataformas da Petrobras na Bacia de Campos. Em geral, a jornada inclui 14 dias de trabalho e 21 de folga, para os funcionários da Petrobras. A folga é menor para os terceirizados.

Foto: Helio Motta

Helicópteros no aeroporto de Macaé; maioria dos voos segue em direção às plataformas de petróleo

O aeroporto de Macaé recebe o maior movimento de helicópteros da América Latina, com cerca de 150 pousos ou decolagens por dia. O movimento acompanha a expansão das atividades da Petrobras e de seus fornecedores na Bacia de Campos. No primeiro bimestre deste ano, as operações somaram 9.455 pousos ou decolagens de aeronaves, 6% mais que no mesmo período do ano passado, de acordo com estatísticas da Infraero. Com este resultado, Macaé é o 15º aeroporto do país em movimentos de aeronaves, superando o de capitais como Vitória, Florianópolis, Manaus e o próprio Campo de Marte.

Ao todo, 58 mil passageiros embarcaram ou desembarcaram no aeroporto de Macaé nos dois primeiros meses do ano. Um deles é o técnico da Petrobras Wandeilde Ferreira da Silva, que trabalha em regime de embarque, ou seja, fica 14 dias seguidos na plataforma e folga 21 dias. Antes de entrar na Petrobras, há dois anos, Silva nunca tinha voado de helicóptero. Agora, embarca em um voo de 45 minutos até a plataforma P-48, na Bacia de Campos, duas vezes por mês.

Gargalos

O crescimento da atividade petrolífera na região aumentou a demanda por voos no aeroporto de Macaé. Mas a expansão do movimento de aeronaves esbarra em deficiências do sítio aeroportuário. Os principais gargalos são as limitações do terminal de embarque de passageiros e do pátio de aeronaves. A Infraero já anunciou um investimento de R$ 77 milhões até 2014 para ampliar o espaço.

O terminal de passageiros foi construído pela Petrobras e está em funcionamento há menos de dois anos, mas já está saturado. A reportagem do iG esteve no local no fim de maio e contabilizou mais de 250 pessoas aguardando embarque no saguão em um dia de sol, além dos passageiros que esperavam no lado de fora do aeroporto. Segundo os passageiros, em dias de chuva, quando o número de atrasos e cancelamentos aumenta, a concentração de pessoas é ainda maior.

“Antes da construção do terminal da Petrobras, a situação era pior. Os passageiros aguardavam em um saguão minúsculo”, afirma Wilton Pinheiro, que trabalha em Macaé no segmento petrolífero desde 2002. Este espaço, com menos de 20 cadeiras, é usado hoje apenas pelos passageiros da Team Linhas Aéreas, única companhia que opera linhas regulares no local.

Foto: Helio Motta

Passageiros aguardam embarque para plataformas no terminal da Petrobras, no aeroporto de Macaé

O pátio tem apenas 45 posições para estacionar aeronaves _38 para helicópteros e as demais para aviões. Segundo as companhias que atuam no local, há entre 60 e 70 helicópteros em operação no aeroporto de Macaé. Com o estacionamento lotado, as empresas precisam pousar em outros aeroportos da região ou transferir as aeronaves para os hangares para liberar posições no pátio.

A companhia BHS Helicópteros estima que deixou de operar até três voos por dia pela limitação do pátio no aeroporto de Macaé. “Precisamos mover nossas aeronaves do box para o hangar para outras poderem pousar. Mas muitas vezes não podemos voar porque falta posição em solo”, afirma Venceslau Ribeiro, gerente de operações da BHS. Cada um dos 23 helicópteros da companhia realiza entra quatro e cinco voos diários. Em 2006, a frota da companhia somava apenas nove aeronaves, mas, o aquecimento do setor puxou a ampliação.

A saturação do pátio é mais grave em Macaé do que em outros aeroportos focados em transporte regular justamente porque o movimento é de helicópteros. Diferente dos aviões, os helicópteros possuem tanque de combustível reserva com uma capacidade menor e não podem aguardar no ar a liberação de espaços. “A reserva é de 30 minutos. Não há combustível para girar no ar. O pior momento é o fim de tarde, quando as aeronaves retornam”, afirma Sergio Moura, chefe dos pilotos da Aeróleo Taxi Aéreo, que opera dez helicópteros na região, seis deles em Macaé.

Foto: Helio Motta

O técnico da Petrobras Carlos Nunes foi para um hotel após ter o voo cancelado

Voos cancelados

Foi o que aconteceu com o voo de , técnico da Petrobras há mais de 20 anos. Residente em Vitória (ES), Nunes foi a Macaé apenas para embarcar em um helicóptero rumo a uma das plataformas. Sem aeronaves disponíveis, Nunes foi encaminhado para um hotel e, a jornada de trabalho, adiada para o dia seguinte.

Uma situação comum no aeroporto de Macaé é o cancelamento de voos. Além dos motivos climáticos, as operações são canceladas por insuficiência de aeronaves para levar todos os funcionários previstos em um dia. “Quando chove, os voos são cancelados e transferidos para o dia seguinte. Mas nem sempre há aeronaves disponíveis para levar todos os passageiros”, afirma Moura.