
10/12/10 02:00 - 14/12/10 01:59
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CLSD DEVIDO OBRAS) (F2240/2010)
O CGNA não irá coordenar o aeroporto, porem em razão de aeroportos de alternativa estarem em obras, restringirá alternados neste aeroporto.
Notícias, vídeos, fotos, notam, aeroportos, empresas aéreas, Anac, previsão meteorológica e tudo o que acontece na aviação.


- Prefeitura já pode assinar convênio para obras de ampliação
- Azul solicita autorização para quatro novos voos
O Aeroporto de Joinville ganhou duas novidades para o fim de ano. Ontem, foi aprovado pela Câmara de Vereadores o projeto que autoriza a Prefeitura de Joinville a firmar um termo de cooperação com a Infraero. Este é o pontapé inicial para que R$ 48,5 milhões sejam liberados para obras de ampliação. Enquanto isso, a Azuis Linhas Aéreas pediu autorização para ter mais quatro voos entre Viracopos (Campinas) e Joinville (veja quadro ao lado).
Com a aprovação do projeto de lei, que levou apenas dois dias, na semana que vem, o prefeito Carlito Merss irá receber Murilo Marques Barboza, presidente da Infraero, para assinar o contrato de parceria. A Infraero bancará R$ 28,6 milhões e o governo municipal entrará com R$ 19,3 milhões. A Prefeitura deve gastar menos, já que há possibilidade de o governo do Estado arcar com R$ 15 milhões, por meio de aprovação de verba pela Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) da cidade.
Com o dinheiro em mãos, estão previstos os serviços de contorno rodoviário, retificação do rio Cubatão, construção de uma estrutura contra o incêndio, ampliação de pista, ampliação do pátio de aeronaves e do terminal de cargas do aeroporto. As mudanças darão a possibilidade de o aeroporto receber aeronaves de cargas maiores.
“A aprovação desse termo é o início de tudo. Vamos conseguir oferecer uma estrutura adequada para os próximos 15 anos com essas obras e outras que virão”, diz o superintendente do Aeroporto, Rones Heidemann.
Boa parte do dinheiro garantido com o convênio será utilizado pelo aeroporto para realizar desapropriações. A divisão de patrimônio da Prefeitura calcula que sejam necessários R$ 21,6 milhões para desapropriar 1,2 milhões de m². Enquanto isso, os estudos para conseguir a licença ambiental já estão sendo conduzidos. “Estamos indo o mais rápido que pudemos. Agora, as desapropriações vão depender da pressa da justiça”, diz Rodrigo Thomazi, secretário de Desenvolvimento de Joinville.
O empresário Udo Döhler, vice-presidente da Acij, esteve na Câmara pedindo a aprovação do projeto. Para ele, as obras de ampliação vão permitir que Joinville ofereça uma solução aeroportuária importante para a região Sul. “É um momento da maior importância. As obras vão viabilizar um aeroporto industrial que servirá de alternativa ao congestionamento que acontece com os voos que vão para Curitiba.”
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| O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, publicou ontem (08/12) um decreto no Diário Oficial que abre caminhos para a instalação de um novo aeroporto no estado, o Aeroporto do Vale, localizado nos municípios de Volta Redondos e Piraí. Para isso, uma área de 1,9 milhões de metros quadrados é desapropriada para as obras que devem custar R$ 56,3 milhões. O aeroporto é resultado da parceria realizada em 2008 entre estado, União e as prefeituras de Volta Redonda e Piraí. Segundo a Secretaria de Transportes, ele terá capacidade de receber voos de aeronaves de grande porte, como um Boeing 737/300. As obras levarão cerca de dez meses para serem concluídas, a partir da desapropriação do terreno, segundo informações da prefeitura de Volta Redonda. |
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Andares das três torres invadem o espaço aéreo candango. Compradores reclamam da perda dos apartamentos
01/12/2010 - O desejo da casa própria virou tormento para dezenas de pessoas que compraram apartamentos no Residencial Ventura, na Quadra 102 de Samambaia Sul. As três torres erguidas no conjunto habitacional, cada uma com 19 andares, invadem uma rota de aviões, segundo o Comando da Aeronáutica. Agora, para se adequar às normas, a Brookfield Incorporações, responsável pelo empreendimento, terá de demolir os três últimos andares de cada prédio. Detalhe: os imóveis estão todos vendidos.
A decisão pegou os futuros moradores de surpresa e criou um impasse. A empresa ofereceu indenizações ou a troca de apartamentos para alguns clientes, principalmente os que escolheram morar nos pavimentos excedentes. Porém, as propostas não agradaram a todos. É o caso do ilustrador Gleydson Alves Caetano, 28 anos. Em 2007, ele financiou um apartamento de três quartos numa cobertura do Bloco D. Até hoje, pagou R$ 15,7 mil, mas a construtora teria lhe oferecido R$ 16,3 mil para ele rescindir o contrato. Para Gleydson, a proposta é absurda. A obra da torre onde seria o apartamento dele parou no 17ª andar por conta das restrições. “Hoje, se eu fosse vender o ágio do meu apartamento, eu encontraria ofertas de até R$ 55 mil. Em 2007, ele valia R$ 157 mil, mas hoje vale R$ 220 mil. Não acredito que houve má-fé por parte deles em construir um empreendimento com altura irregular, mas, se for para eu sair, quero receber um valor justo”, afirmou.
Outra proposta colocada pela Brookfield é que Gleydson escolha outro apartamento, mas essa condição não agrada ao ilustrador. “Escolhi esse apartamento justamente pela posição dele, que é virado para área de lazer e nascente. O único que me atenderia hoje é um no 16º andar da mesma torre, pois fica na mesma posição do que seria o meu. Porém, essa unidade já foi vendida. Se o morador não abrir mão dele através de um acordo, vou ter que sair”, lamentou.
O Correio esteve ontem no empreendimento e verificou que o tráfego de aeronaves é intenso. Há poucos metros dali, é possível observar esferas alaranjadas nos fios de alta tensão. Elas servem para chamar a atenção do piloto e mostrar que ele está sobrevoando próximo a uma rede elétrica. O Residencial Ventura está quase no mesmo nível desses círculos. Vários funcionários da obra relataram que o barulho de alguns aviões assusta. “Alguns passam bem perto do prédio. O barulho é ensurdecedor. Confesso que às vezes dá medo”, contou um pedreiro. Um outro trabalhador ratificou as palavras do colega. “Às vezes, a gente fica olhando eles vindo lá longe e parecem que estão no mesmo nível do prédio. A impressão que dá é que vai bater”, contou.
Providências
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A partir de agora, a Brookfield começa a estudar alternativas para demolir os três andares de cada uma das três torres sem danificar a estrutura dos prédios — no projeto original, os prédios têm 66,16 metros, mas passarão a 48,24 metros. Apesar de o procedimento ser considerado delicado, o professor do Departamento de Engenharia da Universidade de Brasília (UnB) Sérgio Albino acredita ser possível fazer a remoção sem comprometer os outros apartamentos. “Se escorar direito, aliviar a carga e quebrar devagar, dá para fazer sem ser muito nocivo aos outros imóveis”, avaliou.
Por meio de nota, a Brookfield Incorporações informou que em novembro de 2007 obteve o alvará de construção das quatro torres, mas, após a aprovação, teriam surgido divergências em relação à altura da edificação. Por esses motivos, a Administração Regional de Samambaia teria negado emitir os habite-se dos imóveis. A empresa tentou convencer a Força Aérea Brasileira (FAB) de que os 19 andares não ofereciam risco ao espaço aéreo, mas o Comando se manteve irredutível (leia O que diz a lei). “Em outubro de 2010, a empresa recebeu a decisão final do processo administrativo com um parecer desfavorável do Comar (Comando Aéreo Regional). Por isso, decidiu acatar a decisão administrativa e terá que readequar o projeto”, diz um dos trechos da nota.
No mesmo texto, a Brookfield reforça que nenhum cliente ficará prejudicado com as mudanças. “A empresa esclarece que está realizando reuniões com os adquirentes e prestando todos os esclarecimentos quanto aos ajustes de projeto e à data de entrega do empreendimento, bem como o procedimento relativo ao pagamento de multa pelo atraso ou devolução dos valores pagos para aqueles que assim desejarem. Essa decisão tem como base a transparência e a relação de confiança que a empresa estabelece com seus clientes”, destaca.
A FAB também se manifestou através de comunicado, que ficou restrito à explicações técnicas das regras que devem ser obedecidas no espaço aéreo. “No caso de obras que possam interferir no tráfego aéreo, cabe ao respectivo Comando Aéreo Regional (Comar) emitir um parecer final com base em análise realizada pelos Órgãos de Controle de Tráfego Aéreo e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Cabe informar que requerimentos para implantações que venham a ferir os parâmetros previstos na legislação supracitada serão, obrigatoriamente, indeferidos. Salienta-se que todos os indeferimentos são informados ao governo local”, resumiu o texto. A reportagem do Correio tentou fazer contato com a Administração Regional de Samambaia, para comentar a questão da liberação dos habite-se, mas ninguém no órgão se manifestou.
O que diz a lei
A legislação que dispõe sobre zona de proteção de aeródromos e sobre zoneamento de ruído é a Portaria nº 1.141/GM5, de 8 de dezembro de 1987. Ela não define exatamente a altura de cada prédio em rota de aviões, que depende de uma análise de cada caso. No artigo 89 fica explicitado que o Comando Aéreo Regional (Comar) “poderá embargar a obra ou construção, de qualquer natureza, que contrarie os planos aprovados pela FAB ou exigir a eliminação dos obstáculos erigidos e usos estabelecidos em desacordo com os referidos planos, posteriormente à sua aplicação, por conta e risco do infrator, que não poderá reclamar qualquer indenização”.
http://migre.me/2D0e1

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A definição sobre a possibilidade de abertura do aeroporto de Congonhas uma hora mais tarde, como forma de reduzir o barulho que incomoda os vizinhos, terá de esperar pelo menos 3 de março de 2011. A tentativa de conciliação marcada para esta terça-feira (30) resultou apenas em promessas de novos estudos sobre o funcionamento do terminal localizado em área densamente povoada na Zona Sul de São Paulo. O juiz federal Paulo Cezar Neves Júnior , que ameaçava terminar a tentativa de concilição nesta terça, preferiu dar mais uma chance para um acordo entre as partes antes de dar sequência à ação civil pública movida pelos moradores do entorno do aeroporto contra as companhias aéreas.
Atualmente, o aeroporto funciona das 6h às 23h. Os moradores querem que a abertura do terminal seja adiada para as 7h. As companhias aéreas afirmam que perder uma hora de funcionamento geraria impacto em toda a malha aérea, além de perdas econômicas e pressão sobre o preço das passagens.
Diante do impasse, ficou combinado que até março, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e as companhias aéreas terão de apresentar estudos sobre a possibilidade de readequação dos slots (o espaço usado por cada companhia para pousos e decolagens).
O aeroporto de Congonhas tem previsão de 30 movimentos por hora para as grandes companhias e quatro para aeronaves de pequeno porte. O estudo vai verificar a possibilidade de transferir a aviação geral (jatos e aviões de pequeno porte) de Congonhas para outros aeroportos. A 'sobra' de quatro movimentos horários (ou parte dela) seria distribuida entre as grandes companhias para compensá-las da perda de uma hora pela manhã. Assim, os 30 movimentos que ocorreriam entre as 6h e as 7h seriam diluídos ao longo do dia, com o uso dos slots que sobraram da aviação geral.
A Anac se comprometeu a realizar em conjunto com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo estudos sobre a possibilidade ou não de mudança nos pousos e decolagens para reduzir o nível de barulho. O estudo vai verificar se os pousos e decolagens podem ser realizados em ângulos que permitam trabalhar com os motores de forma mais silenciosa para quem está no solo.
Três associações de moradores entraram com ação civil para tentar limitar o horário de operação no aeroporto e também restringir o nível de ruído na região. Os proponentes da ação civil são a Associação de Moradores e Amigos de Moema (Amam), Movimento de Moradores pela Preservação Urbanística do Campo Belo (Movibelo) e Associação dos Verdadeiros e Moradores do Jardim Aeroporto (Avamoja). Constam como réus a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Infraero, a Prefeitura de São Paulo e as empresas TAM, Gol, Pantanal, BRA, Ocean Air e VGR. As companhias aéreas já haviam decidido, anteriormente, que serão representadas pelo Sindicato Nacional de Empresas Aéreas (Snea).
Por enquanto, há acordo entre as partes apenas sobre o horário para checagem de motores pelas companhias aéreas, realizado desde janeiro entre 9h e 17h. Além disso, pleiteiam que seja feita uma proteção acústica adequada destes locais, para que atendam norma ABNT de emissão de ruídos. E ainda pedem que sejam custeados os equipamentos anti-ruído nas residências próximas ao aeroporto.
http://migre.me/2C4Yi


Há poucos dias, por exemplo, Mandy Simon, três anos, foi filmada sendo revistada em um aeroporto norte-americano. Entre uma apalpada e outra ela chorava e balbuciava as palavras "pare de me tocar". Ou seja: Mandy é um incômodo. Vamos proibi-la de voar.
Ainda nos EUA, uma mãe ousou tentar viajar carregando uma mamadeira com leite para seu bebê, que ia no colo. Esta temeridade custou caro: o bebê levou o "bacolejo" costumeiro e a mãe teve que beber o leite para provar que não se tratava de algum explosivo disfarçado. Logo, mães amamentando e bebês importunam. Que sejam proibidos de viajar.
Há também o caso de Cathy Bossi, obrigada a retirar até a prótese colocada sobre seu seio em seguida a um câncer. E o de Erin Chase, apalpada por sob sua saia de forma tão humilhante a ponto de classificar o episódio como um "assédio sexual". A conclusão óbvia é que mulheres incomodam. Que sejam todas proibidas de voar.
E Thomas Sawyer, 61 anos, um professor que, por conta de um câncer, viu-se obrigado a andar com uma bolsa coletora de urina? Durante o humilhante "bacolejo" a que foi submetido até a bolsa foi retirada, molhando-o completamente - foi assim que ele embarcou. Ao expor tamanha crueldade, doentes incomodam. Que sejam banidos dos aviões.
Enquanto isso, na Alemanha, um senhor de 64 anos foi proibido de viajar porque carregava consigo uma garrafa de vodca - que bem poderia ser uma bomba disfarçada, sabe-se lá! Indignado, ele abriu a tampa da garrafa e simplesmente bebeu todo o conteúdo - um "porre-protesto". Pois bem: provado que o álcool perturba a paz da segurança, quem gosta de bebericar deveria ser proibido de entrar nos aeroportos.
Ainda naquele país um outro senhor foi impedido de embarcar porque carregava em sua maleta o livro "O Suicídio", obra imortal de Émile Durkheim e um dos pilares da sociologia. A diligente segurança entendeu haver perigo no embarque de uma pessoa idosa preocupada com tais assuntos. Entendi que a leitura e a cultura expõem ao ridículo o governo. Assim, quem gosta de ler também deve ser proibido de viajar de avião.
E os aparelhos tipo "scanner", que exibem fotografias detalhadas dos corpos dos passageiros? Na Nigéria eles tem feito a "festa" dos agentes, sendo utilizados como fontes de pornografia. No Reino Unido, um funcionário está sendo processado pelo mesmo motivo. E nos EUA alguém divulgou quase uma centena de fotos de passageiros despidos por estas engenhocas. Já os cientistas denunciam que estes aparelhos podem causar câncer. Resumo: com todos estes recatos e temores, os passageiros estão perturbando as políticas de segurança. Logo, o ideal é proibi-los todos de viajar de avião. Assim, acabarão as reclamações, protestos, confusões e tudo o mais que a incômoda presença de qualquer passageiro traz a um aeroporto.
E os controladores de tráfego aéreo deveriam ser proibidos de trabalhar nos aeroportos, orientando pousos e decolagens, pois eles acabam fazendo com que muitas pessoas se utilizem deste serviço, do uso de aviões, e acabam por tumultuar os aeroportos, que ficam cheios de gente, e deveriam ser proibidos de trabalhar nas torres de controle.
Ironias à parte, talvez estejamos nos esquecendo de que nossos direitos civis não caíram do céu - foram conquistados ao longo dos séculos, e pagos com o sacrifício e até mesmo a vida de muitos semelhantes nossos. É quando arrisco dizer que uma civilização que renuncia aos seus direitos civis para combater o terrorismo já perdeu a guerra.
PEDRO VALLS FEU ROSA é desembargador do Poder Judiciário do Brasil, presidente do Tribunal Eleitoral do Estado do Espírito Santo
http://migre.me/2zjha
Postado por Luiz Carlos Chaves Brasileiro

Terminou sem acordo nesta sexta-feira (26) a última reunião intermediada pelo Ministério Público Federal em busca de conciliação sobre o modo e horário de funcionamento do aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo. Na próxima terça-feira (30), o juiz federal Paulo Cezar Neves Júnior, da 2ª Vara Federal Cível de São Paulo, realizará uma audiência com as partes envolvidas e poderá decidir, a partir do resultado, se prossegue ou não com a ação civil pública. Esta última reunião foi realizada por mais de cinco horas entre representantes de moradores dos bairros próximos ao aeroporto, companhias aéreas, Prefeitura de São Paulo, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).
Moradores e representantes da Prefeitura de São Paulo concordam com a mudança de horário de funcionamento do aeroporto para o período entre as 7h e as 23h. No entanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) afirmaram que a decisão sobre o horário só deve ser tomada depois de uma avaliação mais detalhada sobre os testes acústicos e a possibilidade de redução do barulho das aeronaves. As companhias aéreas são contra qualquer modificação do horário.
Três associações de moradores entraram com ação civil para tentar limitar o horário de operação no aeroporto e também restringir o nível de ruído na região. Os proponentes da ação civil são a Associação de Moradores e Amigos de Moema (Amam), Movimento de Moradores pela Preservação Urbanística do Campo Belo (Movibelo) e Associação dos Verdadeiros e Moradores do Jardim Aeroporto (Avamoja). Constam como réus a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Infraero, a Prefeitura de São Paulo e as empresas TAM, Gol, Pantanal, BRA, Ocean Air e VGR. As companhias aéreas já haviam decidido, anteriormente, que serão representadas pelo Sindicato Nacional de Empresas Aéreas (Snea).
De acordo com a ação civil, os moradores querem que os pousos e decolagens sejam limitados ao período das 7h às 23h. Por enquanto, há acordo entre as partes apenas sobre o horário para checagem de motores pelas companhias aéreas, realizado desde janeiro entre 9h e 17h. Além disso, pleiteiam que seja feita uma proteção acústica adequada destes locais, para que atendam norma ABNT de emissão de ruídos. E ainda pedem que sejam custeados os equipamentos anti-ruído nas residências próximas ao aeroporto.
http://migre.me/2wuQh



Aeronave da TAM: acordo para ampliar rotas nos Estados Unidos
São Paulo - A TAM anunciou, nesta quarta-feira (24/11), a assinatura de um acordo de codeshare (compartilhamento de voos) com a americana US Airways. A partir de 1º de dezembro, os clientes da TAM terão acesso a mais rotas internas dos Estados Unidos, a partir de Miami, Nova York e Orlando.
Segundo comunicado à imprensa, no início, os trechos oferecidos aos passageiros serão entre Miami e Filadélfia; Nova York e Phoenix; Orlando e Phoenix; Orlando e Filadélfia; e Orlando e Washington.
Como o acordo é bilateral, cada companhia poderá vender assentos em voos operadoras pela parceria. Para os passageiros da US Airways, haverá mais opções a partir da base da empresa, no Rio de Janeiro, com destino a São Paulo, Salvador, Recife e Brasília.
As empresas são membros, também, da Star Alliance. Por isso, os passageiros de ambas poderão acumular pontos e resgatá-los em vos operados pelas duas,
http://migre.me/2rW6F


São Paulo - Apenas 60 por cento do terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, um dos mais movimentados do país, vai estar pronto para a Copa de 2014, afirmou nesta segunda-feira o diretor de operações da Infraero, João Jordão.
Ele destacou que pelo andamento das obras, o terminal 3 não será concluído a tempo do mundial, mas garantiu que o atraso não cria um risco "apagão" durante a Copa de 2014 no aeroporto, o principal destino para voos internacionais do Estado de São Paulo.
O novo terminal vai ampliar a capacidade de Guarulhos em 15 milhões de passageiros. A capacidade atual de Guarulhos, antes das obras, é de aproximadamente 22 milhões de pessoas.
Segundo Jordão, a demanda para a Copa será atendida com apenas 60 por da obra concluída. A estimativa da Infraero é que o movimento nos aeroportos do país aumente entre 2 milhões e 2,5 milhões de passageiros durante o mundial do Brasil.
"Temos reuniões a cada 15 dias para montar o planejamento com base em demanda. Guarulhos não vai estar com o terminal 3 totalmente pronto. Terá 60 por cento da sua capacidade", disse Jordão.
"Isso seria suficiente para a Copa e Olimpíadas", acrescentou o diretor da Infraero, após reunião da agência Nacional de Aviação Civil (Anac) com representantes de companhias aéreas, sobre plano de contingências para o movimento de passageiros no final deste ano.
Jordão explicou que as obras de construção do módulo 1 de Guarulhos, que vai ampliar a capacidade do aeroporto em 1 milhão de pessoas, e, o módulo 2, que vai agregar mais 5 milhões de passageiros, estão acontecendo paralelamente à construção do terminal 3 do aeroporto. "Os dois módulos vão ficar prontos até o fim do ano que vem", disse Jordão. "Os módulos vão dar um fôlego enquanto as obras definitivas não ficam prontas", acrescentou.
Nessa segunda-feira, o Ministro de Esportes, Orlando Silva, e o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2016, Carlos Arthur Nuzman, criticaram o ritmo das obras nos aeroportos do país. "A questão dos aeroportos talvez seja o tema mais unânime no país. Há uma necessidade de melhora, de modificação dos seus sistemas, mas acredito que, com os planos de ação do próximo governo, os problemas sejam solucionados", disse Nuzman.
Na semana passada, o presidente da associação internacional que reúne companhias aéreas (Iata), Giovanni Bisignani, afirmou que dos 20 principais aeroportos do país, 13 não têm terminais capazes de atender a demanda atual de passageiros.
"Eu não vejo muito progresso (no ritmo das obras) e o tempo está correndo. Para evitar um embaraço nacional para o país precisamos reunir todos os participantes e finalizar um plano", disse Bisignani na ocasião.
http://migre.me/2pKuo

A Infraero assinou na última sexta-feira (19/11) a Ordem de Serviço para implantação do Módulo Operacional do Aeroporto Internacional de Várzea Grande – Cuiabá/Marechal Rondon (MT). A instalação da estrutura tem conclusão prevista de quatro meses contados da assinatura do contrato.
O Módulo Operacional do Aeroporto de Cuiabá - com 675 m² e capacidade para 700 mil passageiros/ano - será um investimento de R$ 2,5 milhões e ampliará o movimento operacional do aeroporto para uma faixa de 1,65 milhão a 2,45 milhões de passageiros/ano. Esta melhoria dará suporte ao atendimento da demanda atual até a conclusão das obras de ampliação e reforma do aeroporto. O Módulo Operacional do aeroporto cumprirá as funções de um terminal de desembarque, oferecendo a mesma infraestrutura e todo o conforto de uma sala de desembarque tradicional, com isolamento termoacústico, climatização, sistema de som, Sistema Informativo de Voo e novas esteiras de desembarque de bagagens.
Para o superintendente do Aeroporto de Várzea Grande – Cuiabá, Sérgio Kennedy, além do conforto que será oferecido aos passageiros, o Módulo Operacional é importante para o atendimento da demanda projetada. O superintendente destacou que os prazos e as especificações da realização da obra terão uma fiscalização intensa. “A execução da instalação será amplamente acompanhada por comissão fiscalizadora, de forma que todas as especificações sejam atendidas dentro do prazo”, finalizou.
Assessoria de Imprensa – Infraero
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A Infraero participou nesta segunda-feira (22/11) de uma reunião no Rio de Janeiro com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Polícia Federal, Receita Federal, Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), e com representantes das principais empresas aéreas. No encontro, foram destacadas as ações que cada órgão irá adotar para o final do ano.
Durante a reunião, o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, destacou o planejamento da empresa para a alta temporada, que visa garantir tranquilidade e fluidez nos aeroportos, as mesmas observadas nos três últimos anos. "Vamos trabalhar em conjunto, com diálogo constante entre os órgãos envolvidos no setor aéreo, e colocar em prática ações aperfeiçoadas a fim de dar agilidade em todas as operações envolvidas no embarque e desembarque de passageiros", garantiu Murilo.
O diretor de Operações da Infraero, João Márcio Jordão, reafirmou o compromisso com a realização das obras que terão em início em 2011. “Enquanto as grandes obras são realizadas, estão sendo disponibilizados Módulos Operacionais - como o que entrou em operação em Brasília na última semana - que são uma solução de conforto e eficiência para acompanhar o crescimento da demanda”, finalizou. Jordão solicitou das empresas aéreas atenção especial com o cumprimento do fechamento do horário do check-in a fim de não causar impacto nas operações.
A superintendente de Marketing e Comunicação Social da Infraero, Léa Cavallero, apresentou para os presentes a campanha “Fique por Dentro”, que será divulgada este ano em 16 aeroportos. Entre as novidades, ela destacou a inserção nas Redes Sociais e o vídeo que será exibido ao lado dos aparelhos de raios-X para auxiliar o passageiro a passar pela inspeção. “Nossa intenção é mostrar a responsabilidade de cada órgão no setor aéreo a fim de que o passageiro consiga a informação que necessita”, afirmou Léa, ressaltando também que a chamada principal da campanha é “Todos trabalham juntos por você”.
Empresas aéreas manifestam satisfação com infraestrutura aeroportuária
Após reunião, em entrevista coletiva, questionadas sobre a infraestrutura aeroportuária, algumas empresas aéreas, como a TAM e a Gol, manifestaram satisfação com os serviços prestados pela Infraero. “Estamos operando normalmente e aproveitando horários fora do pico (de 7h as 10h e de 17h a 20 h) para atender passageiros que podem voar neste período”, afirmou Líbano Barroso, presidente da TAM. O diretor de Relações Intitucionais da Gol, Alberto Fajerman, lembrou que nos últimos dois feriados prolongados o transporte aéreo operou com tranquilidade.
A Anac, por sua vez, anunciou que manterá, de 17 de dezembro a 3 de janeiro, uma equipe de 120 pessoas, entre inspetores, diretores e pessoal de apoio, nos períodos de manhã, tarde e noite em 11 aeroportos de todas as regiões do País. Os aeroportos a receberem a equipe de reforço da Anac são: Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Antonio Carlos Jobim – Galeão (RJ); Aeroporto Internacional de São Paulo/Governador André Franco Montoro – Guarulhos e Aeroporto de São Paulo/Congonhas (SP); Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek (DF); Aeroporto Internacional de Confins/Tancredo Neves (MG); Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho (RS); Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE); Aeroporto Internacional de Recife/Gilberto Freyre – Guararapes (PE); Aeroporto Internacional de Salvador/Luís Eduardo Magalhães (BA); Aeroporto de Vitória/Eurico de Aguiar Salles (ES) e Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (AM).
De acordo com a diretora-presidente da Anac, Solange Vieira, o passageiro que precisar de ajuda deverá buscar, em primeiro lugar, a companhia aérea. “Caso não seja atendido de forma satisfatória, pedimos que procure um fiscal da Anac para relatar o fato”, orientou Solange.
Já o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) aumentará em 14% as posições de controle de tráfego, além de realizar monitoramento especial dos Aeroportos de Porto Seguro, Salvador, Fortaleza e Florianópolis, além de Guarulhos, Congonhas e Galeão.
A Polícia Federal confirmou que, no caso dos voos internacionais, todas as posições de controle de migração (checagem de passaportes) estarão tripuladas nos horários de maior movimentação.
Entre as medidas divulgadas pelas empresas aéreas estão à disponibilização de aeronaves reserva o aumento das equipes de atendimento, a ocupação de todas as posições de check-in das companhias nos horários de pico, o incentivo ao check-in pela Internet ou por totens nos aeroportos, a proibição de overbooking e o endosso de passagens entre as empresas.
Medidas da Infraero para a alta temporada
Entre as medidas anunciadas pela Infraero para garantir a fluidez das operações e o conforto dos usuários no período do final de ano, vale destacar:
· Campanha Fique Por Dentro: Neste fim de ano, a segunda edição da Campanha Fique por Dentro, lançada em 2009, está mais elaborada e com novidades. A campanha de marketing vai abranger os 16 aeroportos principais da Rede Infraero e que fazem parte da Copa de 2014. A ideia é informar aos passageiros a responsabilidade de órgãos e empresas do sistema aéreo, dando orientações diante de diversas situações.
A iniciativa irá inserir diversas peças publicitárias e disponibilizar mídia de apoio para reforçar a cobertura da campanha (como folders, gibi infantil e revista Coquetel para adultos, mostrando quem é quem no aeroporto) em pontos de distribuição nos locais onde o passageiro passa.
O projeto de presença digital inclui estratégia de posicionamento, monitoramento e respostas nas redes sociais (Facebook, Orkut etc). Também conta com publicidade de internet, hotsite exclusivo da campanha com dicas de viagem, SMS para interatividade com o público externo (projeto piloto em um dos aeroportos) e mobile com o aplicativo Voos Online, disponível também no site da Infraero.
Outra novidade será o filme para os raios-x, com orientações sobre a inspeção de pessoas e bagagens. O filme será exibido por meio de totens com monitores LCD instalados na área do canal de inspeção (inicialmente nos aeroportos do Rio, São Paulo e Brasília).
Já o “Guia do Passageiro”, que teve sua primeira edição lançada em 2009 com grande aceitação por parte dos usuários, também ganhará sua versão em inglês e será disponibilizado por Bluetooth. O usuário também tem acesso ao conteúdo por meio do link no portal da Infraero (www.infraero.gov.br).
· Juizados Especiais: Foram instalados nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, para solucionar problemas relacionados a serviço de transporte aéreo. Em todas as unidades judiciais, os passageiros podem solucionar eventuais conflitos relacionados a viagens, como overbooking, atrasos e cancelamentos de voos, extravio, violação e furto de bagagens, falta de informação, entre outros, sem sair do aeroporto. Os juizados especiais funcionam em salas cedidas pela Infraero em locais de fácil acesso, com sinalização adequada e por tempo indeterminado.
· Ouvidoria: Para melhorar o nível de atendimento e satisfação dos usuários, a Ouvidoria da Infraero atualizou sua Central de Atendimento Telefônico, com a implantação de uma Unidade de Resposta Audível (URA). Essa nova solução tecnológica apresenta diversas facilidades, como o direcionamento das ligações por intermédio de um menu de opções e avaliação do atendimento oferecido. A nova ferramenta também permite a obtenção de dados estatísticos categorizados das ligações recebidas em sua Central de Atendimento por meio de relatórios que poderão servir de apoio para a melhoria das atividades da Ouvidoria. O número de telefone 24h da Ouvidoria é 0800-727-1234.
· Balcões de Informações: Estão disponíveis na maioria dos aeroportos da Rede e grande parte deles opera 24 horas por dia. Os telefones para contato dos balcões em cada aeroporto podem ser encontrados no site da Infraero (www.infraero.gov.br), no ícone Aeroportos.
· Núcleo de Acompanhamento e Gestão Operacional (Nago): O Nago tem sede em Brasília e acompanha a movimentação de passageiros e aeronaves nos 67 aeroportos da Rede. Todas as atividades da Infraero são monitoradas: movimento dos saguões e salas de embarque; pontes de embarque; sistemas de informação do voo e checagem do funcionamento das esteiras de bagagem; funcionamento dos estacionamentos; áreas de inspeção (raios-X); pátios e demais áreas dos aeroportos. Em 2010, o Nago recebeu novos equipamentos, que permitiram uma otimização dos serviços e reduziram o tempo de comunicação entre os elos de informação.
· Planos de Contingência: Todos os 67 aeroportos da Rede Infraero contam com um Plano de Contingência, que define qual a tratativa a ser adotada em cada situação fora da normalidade, garantido, assim, a continuidade das operações e o conforto e a segurança de passageiros e usuários.
· Reforço do efetivo: Ao longo do ano, a Infraero contratou 922 novos funcionários para as áreas de Operações, Manutenção e Navegação Aérea, que, até o início da alta temporada 2010/2011, já estarão trabalhando em diversos aeroportos da Rede, garantindo o movimento de passageiros e aeronaves durante o período. Além disso, as equipes que já atuam nos aeroportos serão reforçadas com o remanejamento de escala dos empregados.
· Reforço no Monitoramento: A Infraero fará um reforço na fiscalização em todos os setores do aeroporto – salas de embarque e desembarque, conectores, pontes de embarque, saguão e praça de alimentação – buscando certificar-se do correto funcionamento dos sistemas e equipamentos. Na área de Manutenção, equipes vão fiscalizar 24h todos os sistemas e equipamentos disponíveis – ar condicionado, iluminação, escadas rolantes, elevadores, pontes de embarque, esteiras de restituição de bagagem etc. Na Segurança, as equipes vão intensificar rondas nas áreas operacionais e patrimoniais, garantindo a segurança de todos os usuários do sistema aéreo. Nos pátios e demais áreas operacionais, a Infraero também vai intensificar a fiscalização, garantindo a fluidez de pousos e decolagens e o acesso dos passageiros às aeronaves, como um melhor controle da eficiência do transporte de passageiros entre a sala de embarque e as aeronaves.
· Sistema Informativo de Voo: O Sistema Informativo de Voo (SIV) recebeu, ao longo de 2010, novos monitores de LCD que foram distribuídos em diversos aeroportos da Rede, facilitando o acesso às informações aos usuários.
· Investimento de R$ 100 milhões: A Infraero investiu, para a alta temporada 2010/2011, cerca de R$ 100 milhões na aquisição de novos equipamentos. Foram adquiridos 54 ônibus, 10 veículos operacionais, 30 micro-ônibus, 29 ambulâncias, 13 mil carrinhos de bagagem, entre outros, que estarão à disposição para atender passageiros e demais usuários do setor.
· Criação do Centro de Gestão Aeroportuária (CGA) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, que contará com representantes da Infraero, Receita Federal, Polícia Federal, Anvisa, Ministério da Agricultura e empresas aéreas para resolver questões que surjam durante o período.
· Utilização de coletes amarelos, com a frase "Posso Ajudar?", por empregados das áreas de Operações e Comunicação Social da Infraero, que serão responsáveis por reforçar as informações e orientações passadas aos passageiros. Ao todo, cerca de 4 mil coletes foram confeccionados, num novo modelo com bolsos.
· Módulos Operacionais de Florianópolis e Brasília já estão em funcionamento. Essas instalações são soluções de engenharia modernas, implantadas rapidamente, que proporcionam um excelente resultado final. Os Módulos Operacionais possuem toda a infraestrutura necessária ao conforto e comodidade dos passageiros, como ar condicionado, sanitários, Sistema Informativo de Voos, sistema de som e, em alguns casos, até estabelecimentos comerciais, como cafeterias, livrarias, etc. Atualmente, a Infraero está instalando Módulos Operacionais em Goiânia e Vitória e pretende implantar esta solução de engenharia em outros aeroportos da Rede.
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